Barcos regionais a motor, veleiros, vigilengas, rabetas, bajaras, canoas ubás, igarités, catraias, botes fazem parte da memória afetiva, produtiva e econômica parauara, navegando pelo oceano Atlântico, baías, rios que mais parecem mares, lagos, igarapés, furos, estreitos, igapós e campos alagados…

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Manuel Ayres, um parauara brilhante

A propósito do post Troca de comando na Ceasa e Hemopa, recebi do amigo Ademar Ayres do Amaral o seguinte comentário na caixinha do blog:

“Gostaria de acrescentar um pequeno comentário sobre a fundação do Hemopa. O criador do Hemopa no Pará foi meu tio Manuel Ayres, na época Secretário de Saúde no governo Aloysio Chaves. A Instituição foi criada com o nome de Fundação de Hemoterapia do Pará – FUNDEPA, depois mudado para HEMOPA em outra administração. Para primeiro presidente da FUNDEPA, por indicação da Dra. Regina Glória, o Dr. Manuel Ayres foi buscar em São Paulo o competente especialista Dr. João Carlos Saraiva, marido da atual presidente, que organizou a instituição nos moldes como ela é hoje. O primeiro endereço da FUNDEPA (HEMOPA) foi um imóvel alugado na Generalíssimo Deodoro, quase em frente à Beneficiente Portuguesa. Fica o registro. 
Ademar Ayres do Amaral”

NOTA DO BLOG: Tem toda razão, meu caro Ademar. O Doutor Manuel Ayres, médico pediatra, geneticista e sanitarista, além de Estatístico, autor de diversas obras técnicas, como Aplicações Estatísticas em Basic, BioEstat, Pequeno Dicionário de Bioestatística, Elementos de Bioestatística – A selva do açaizeiro, além de livros como o escrito em conjunto com sua falecida esposa Iza Ayres, intitulado “Manuel e Ela: Crônicas e Memórias dos Ayres”, é sem dúvida uma personalidade admirável e um homem à frente do seu tempo, que já contribuiu e continua contribuindo grandemente para o Pará, o Brasil e o mundo. Não bastasse seu próprio legado, que é muito volumoso, impossível não mencionar o de seu saudoso filho, o biólogo, especialista em primatas, com atuação marcante no Museu Paraense Emílio Goeldi, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA, Wildlife Conservation Society e Ibama, um dos mais respeitados e premiados cientistas do Brasil na área de conservação da biodiversidade e que concebeu Mamirauá, a primeira reserva de desenvolvimento sustentável brasileira, entre outros feitos.

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