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Divido com vocês um trecho de matéria especial da Veja sobre os 100 anos do estadista Tancredo Neves. Nas cartas que trocavam, “JK e Tancredo usam expressões como ‘dignidade democrática’, ‘objetivo maior’ e ‘bravura moral’. Não há nenhuma menção a cargos, emendas, empregos para a família… Nada do que tanto faz salivar a maioria dos políticos do nosso tempo está naquelas linhas, numa mostra constrangedora do declínio ético e intelectual da classe política brasileira. Num ambiente infestado nos últimos anos pelo cinismo dos mensaleiros e pela mendacidade dos deputados propineiros de Brasília, as epístolas servem de guia para outra categoria de políticos – aqueles poucos que reúnem coragem suficiente para caminhar na direção contrária do que exige a cultura partidária do país.

O texto do jornalista Diego Ecosteguy traduz a vergonhosa realidade brasileira e nos remete à reflexão acerca da imensa responsabilidade que temos, nestas eleições gerais, de combater o analfabetismo político e varrer da vida pública os que lá estão apenas e tão-somente para obter benefícios pessoais.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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