Publicado em: 4 de junho de 2016

Por ser de difícil detecção, o câncer de pâncreas apresenta alta taxa de mortalidade, mas agora um novo exame que permite o diagnóstico precoce está disponível no Estado do Pará, a ecoendoscopia digestiva.
O precursor da nova tecnologia é o jovem e talentoso médico cirurgião e endoscopista parauara Rafael Negrão Almeida, 35 anos.
Membro de tradicional família belenense que atua no setor de saúde, Negrão é filho do oftalmologista Edmundo Almeida, presidente da Associação Paraense de Retina e Vítreo, professor da Universidade Federal e UEPA, irmão das oftalmologistas Luciana Almeida e Izabela Almeida, que finaliza a residência de Glaucoma em São Paulo e, ainda, genro de Hiroshi Bogéa, editor do blog que leva seu nome e que é referência no sul do Pará.
O precursor da nova tecnologia é o jovem e talentoso médico cirurgião e endoscopista parauara Rafael Negrão Almeida, 35 anos.
Membro de tradicional família belenense que atua no setor de saúde, Negrão é filho do oftalmologista Edmundo Almeida, presidente da Associação Paraense de Retina e Vítreo, professor da Universidade Federal e UEPA, irmão das oftalmologistas Luciana Almeida e Izabela Almeida, que finaliza a residência de Glaucoma em São Paulo e, ainda, genro de Hiroshi Bogéa, editor do blog que leva seu nome e que é referência no sul do Pará.
A ecoendoscopia é considerada ‘padrão ouro’ no diagnóstico de algumas doenças pancreáticas e lesões da parede do esôfago, estômago, duodeno e reto. Além disso, é um dos principais métodos de diagnóstico de endometriose com acometimento do intestino. Em alguns casos, pode até evitar um procedimento cirúrgico. Dura entre 15 e 60 minutos e geralmente não é nem necessário internação.









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