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O Hospital Estadual que o Governo do Pará está construindo em Bagre,  no arquipélago do Marajó, finalmente deve ficar pronto, até o fim deste semestre. Vai atender clínicas básicas, urgência/emergência, além de outros serviços (sala de estabilização, centro cirúrgico e obstétrico, central de esterilização, apoio diagnóstico e terapêutico com radiologia, laboratório de análises clínicas, bioquímica e hematologia. O Conselho de Saúde está acompanhando tudo de perto, fiscalizando a qualidade do serviço, como olhos e ouvidos da população, que espera pela conclusão do hospital há 13 anos, quando começou a ser construído. Bagre só tem dois postos do tipo Estratégia Saúde da Família e um centro de saúde, insuficientes para atender a população do município, que gira em torno de 24 mil habitantes. Por isso, a maioria dos casos tem que ser levada para o Hospital Regional do Marajó, localizado em Breves, onde é oferecido atendimento de alta e média complexidade.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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