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Hino, livro e tecnologia nos 140 anos da Jucepa

Na esteira dos seus 140 anos e em plena crise nacional, a Junta Comercial do Pará encara o desafio de fomentar a economia do Estado. A saída é a modernização dos serviços, a fim de oferecer aos empreendedores um ambiente de negócios célere e seguro. A presidente do órgão, Cilene Sabino, pretende promover uma evolução tecnológica em que a velha e obsoleta papelada, que só reforça a burocracia, será abolida. Paralelamente, busca a certificação ISO e a integração dos 144 municípios paraenses à rede que simplifica o registro de empresas no Estado, o sistema Integrador Pará, que hoje só atende 58% das empresas ativas. Mais 17 municípios assinaram o convênio de adesão. 

Recentemente, em solenidade na Associação Comercial do Pará, instituições e personalidades foram agraciadas com o “Mérito Registro do Comércio”. O desembargador do Trabalho Vicente Malheiros da Fonseca, decano e ex-presidente do TRT8, que também é músico e professor,  foi homenageado por ser o compositor do “Hino da Jucepa”, já oficializado.

Fundada em 30 de novembro de 1876, por decreto da Princesa Isabel, então Regente do Império, a Jucepa foi inicialmente denominada Junta Comercial da Província do Pará e substituía o antigo Tribunal do Comércio. Muita gente nem imagina, mas, transformada em autarquia estadual em 1973, teve como uma de suas primeiras sedes o prédio do Solar da Beira, no Mercado do Ver-o-Peso. 

Essa memória foi resgatada em uma obra primorosa – “Marcas do Tempo”, livro que reúne estampas e logomarcas registradas na Junta Comercial entre 1895 e 1922 -, que ganhou um dos mais importantes prêmios da literatura brasileira , o Jabuti.  

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