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Às
15h07 (Brasília), a fumaça branca saiu da chaminé da capela Sistina. Após cinco
escrutínios, o cardeal jesuíta Jorge Mario Bergoglio, 76, da Argentina, foi
ungido papa. Será Francisco 1º.
Era o que o Brasil temia. Agora, na
Copa, quando os torcedores disserem que Deus é brasileiro, a coisa vai ficar
feia. Com todo o respeito.
Ortodoxo conservador em assuntos relacionados à
sexualidade, Bergoglio é totalmente contra o aborto, o casamento entre pessoas
do mesmo sexo e o uso de métodos contraceptivos. Em 2010, entrou em embate público
com a presidente Cristina Kirchner ao afirmar que a adoção por casais gays
provoca discriminação contra crianças.
Jorge Mario Bergoglio é o 266º papa e o primeiro latino-americano da história da Igreja
Católica. Nasceu em Buenos Aires, em 17 de dezembro de 1936. Foi ordenado
sacerdote em 13 de setembro de 1969, nomeado bispo titular de Auca e auxiliar
de Buenos Aires pelo papa João Paulo II em 20 de maio de 1992. No mesmo ano, foi
confirmado bispo titular da capital argentina,
nomeado arcebispo em 3 de junho de 1997 e chegou a
cardeal também por João Paulo II, em 21 de fevereiro de 2001.
Filho de um casal de italianos – Mario e Regina Bergoglio
-, o religioso jesuíta chegou a se formar como técnico químico, mas logo
abraçou o sacerdócio e começou seus estudos religiosos no seminário de Villa
Devoto, bairro de Buenos Aires.
Estudou teologia
na faculdade de Teologia do colégio de San José, em San Miguel de Tucumán. Em
1969, foi para Espanha completar sua formação intelectual de jovem sacerdote na
universidade Alcalá de Henares, em Madri. Voltou à Argentina, em 1972, e continuou
a carreira apostólica no norte do país, na mesma San Miguel de Tucumán. Em 1986,
foi para a Alemanha, concluir seu Doutorado, mas acabou retornando ao seu país
no mesmo ano para assumir o cargo de diretor espiritual e confessor da
Companhia de Jesus, em Córdoba.
Que Francisco I seja
abençoado e contribua para a paz mundial!
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Nota do jornalista Lúcio Flávio Pinto

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