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Ontem a praia do Atalaia amanheceu assim. Os porcalhões que invadem a areia e jogam garrafas de plástico e de vidro não têm o menor escrúpulo e deixam seu legado de imundície e perigos para crianças e adultos, que sequer podem andar descalços. Essas criaturas desprovidas de humanidade esquecem que suas próprias vidas estão em risco. Seres que circulam de BMW que custa mais de meio milhão de reais trafegam com os vidros abertos para estourar os tímpanos dos outros com suas músicas de gosto duvidoso. Por que não aplicam multas nesses selvagens? A lei existe, falta a fiscalização e concretização das penalidades.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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