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Como o edital só será divulgado a partir da próxima semana, o leilão da usina de Belo Monte já ficou para abril. A Empresa de Pesquisa Energética ainda avalia as alterações nos custos, que depois tem que submeter de novo ao TCU – subiu o preço-teto da tarifa, e a EPE quer rever para cima a estimativa inicial de custo de R$ 2,5 bilhões relacionados a questões socioambientais -, porque o Ibama exigiu novas condicionantes que somam R$ 1,5 bilhão ao emitir a licença prévia, além das previstos no EIA. E é preciso pelo menos 30 dias entre a publicação do edital e o leilão.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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