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Os projetos têm que incorporar engenharia social e engenharia ambiental. O problema é que os estudos ambientais são muito mal feitos e não há cultura ambiental. É preciso reeducar a população. A legislação é mal feita, o Ministério do Meio Ambiente impõe uma coisa despropositada, emperrando os projetos de desenvolvimento na Amazônia. Numa reunião do Conama, certa vez, um promotor queria um artigo da lei específico para o sepultamento de pessoas vítimas de câncer e tratadas com radioterapia, porque podia contaminar o lençol freático. Na Sema, as exigências são as mesmas tanto para plantar quanto para derrubar árvores.”
(Deputado Gabriel Guerreiro, líder do PV e relator da Frente Parlamentar Pró-Hidrovias e Portos do Pará.)
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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