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A Prefeitura Municipal de Santarém, através da Secretaria Municipal de Infraestrutura, notificou, multou e determinou que esta lojinha de artesanato localizada na Avenida Tapajós, na orla da cidade, retire seu alpendre, coberto de palha, encimando a calçada em frente ao estabelecimento. Tudo estaria muito bem não fosse o argumento oficial, de “ocupação do espaço público para fins de sombreamento”. Ok, não é possível permitir que pessoas físicas ou jurídicas saiam por aí fazendo coberturas ao deus-dará nos espaços públicos. Mas o caso é que, bem ao lado da dita palhoça e por toda a extensão da mesmíssima Av. Tapajós, inúmeros estabelecimentos comerciais utilizam as calçadas como extensão de seus negócios, muitos deles obrigando pedestres e transeuntes a ir para o leito da rua, disputando perigosamente a via com os veículos, sob risco de morte, como se verifica nas fotos, e não são incomodado pelos fiscais da lei. A perguntinha básica que não quer calar é: por que essa ação da Seminfra não vale para todos? E cadê o Ministério Público que não vê isso? Quem primeiro denunciou o fato foi o agrônomo e fotógrafo santareno Nilson Vieira, em sua página no Facebook.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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