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Vejam como estava a praia do Atalaia às 6h da matina neste domingo, 23. Imunda, com várias carretas de som, verdadeiros paredões que fazem tremer as edificações até a um quilômetro de distância, gente “amanhecida” que passou a noite consumindo bebidas alcoólicas, que joga garrafas de vidro e de plástico na areia, faz suas necessidades fisiológicas por lá e tudo é canalizado para o mar.

Sossego não existe para quem mora perto dali. E andar descalç@ na praia é risco enorme de contaminação e de cortes. Não é demais lembrar que essas pessoas saem de lá conduzindo veículos.

Por outro lado, por volta das 7h, um trabalhador estava abrindo vala na praia do Atalaia para levar a urina – e outros dejetos mais – da barraca para o mar. O odor nesses “canais” é insuportável. Mas a Prefeitura Municipal de Salinópolis e as autoridades sanitárias e ambientais dos âmbitos estadual e federal não veem, não sentem e nada fazem. Não sem razão a população está sempre doente, e nunca há leitos, insumos e nem médicos suficientes para a enorme demanda.

Assim está a principal cidade turística do Pará. Sem lei, sem ordem e entregue à própria sorte.
Assistam aos vídeos.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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