Publicado em: 14 de janeiro de 2026
Cidadãos portugueses residentes no exterior poderão votar para Presidente da República nos dias 17 e 18 de janeiro de 2026. A votação será presencial e restrita aos eleitores recenseados fora de Portugal, de acordo com as orientações divulgadas pelo Vice-Consulado de Portugal em Belém, responsável por organizar o pleito no Pará. A eleição integra o calendário nacional para escolha do Chefe de Estado e mobiliza comunidades portuguesas em diferentes países.
Em Belém, a votação ocorrerá no Vice-Consulado de Portugal, localizado na Rua dos Mundurucus, nº 3100, salas 1202 e 1203, no Edifício Metropolitan Tower, no bairro de Nazaré. Para orientação adicional, o posto consular disponibiliza atendimento através do telefone +55 (91) 988991706 e do e-mail belem@mne.pt.
Diferentemente de eleições anteriores, não haverá envio de boletins de voto para domicílio. O procedimento por correspondência não está previsto neste processo eleitoral, o que obriga os eleitores a comparecerem fisicamente ao posto consular onde estão recenseados. O objetivo é garantir segurança jurídica, controle administrativo e autenticidade no exercício do voto no estrangeiro, conforme previsto pela legislação eleitoral portuguesa.
Para participar, é necessário estar inscrito no recenseamento eleitoral no exterior. O eleitor poderá confirmar o posto em que se encontra recenseado por meio da plataforma oficial de recenseamento. As páginas da Administração Eleitoral e da Comissão Nacional de Eleições também disponibilizam informações detalhadas sobre procedimentos, eventuais dúvidas e atualizações sobre a eleição presidencial.
As eleições presidenciais portuguesas reúnem tradicionalmente elevada participação da comunidade residente no exterior, que desempenha papel relevante no processo político do país. Para além da escolha do Presidente da República, o processo reafirma o vínculo cívico e institucional entre o Estado português e sua diáspora.
A realização presencial no exterior ocorre simultaneamente ao pleito em território português, obedecendo às mesmas regras de sigilo, universalidade e liberdade no ato de votar. A definição do próximo chefe de Estado é de grande relevância num momento de debates sobre democracia, civilidade, economia, política externa, segurança social e organização do sistema partidário.
Já os resultados da votação no estrangeiro são incorporados à totalização nacional, encerrando uma das etapas de maior mobilização da comunidade portuguesa fora do país.









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