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“O Pará já estava dividido em três regiões. Mas hoje
politicamente está absolutamente rachado. O governador [Simão Jatene, PSDB],
que era apenas para ser um magistrado, entrou de cabeça na campanha. Ele não
tem mais como ser acompanhado por ninguém aqui no sul. Ele vá procurar na terra
dele, porque aqui ele não terá mais.”
Sobre como vão ficar as relações institucionais e dos
políticos de Tapajós e Carajás pós-plebiscito:
“Vai ficar coisa nenhuma. Aqui é radicalização. O
governo só sobrevive no sul porque os prefeitos mantêm a gasolina para as
delegacias, ajudam na Fazenda, na Justiça. Quem mantém o Estado aqui é o prefeito.
O governo não repassa há três meses o dinheiro aos municípios. Isso acontece
porque é governado por esses que aí estão.”
(Deputado federal
Giovanni Queiroz (PDT-PA), em entrevista ao UOL,
posando de oposição mas sem devolver os órgãos e os muitos cargos ocupados
pelos seus indicados no governo do Estado.)
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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