Publicado em: 9 de novembro de 2015

Pato no tucupi. Foto de Cristino Martins
O Instituto Peabiru, que trabalha com as cadeias de valor do açaí, da andiroba, do mel de abelhas nativas e do ecoturismo de base comunitária e tem como regiões prioritárias a Belém Ribeirinha – onde são atendidas, com assistência técnica e extensão rural, mais de mil famílias de 11 assentamentos agroextrativistas de Belém e Ananindeua -, o Marajó e o Salgado, manifestou apoio à criação do Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade que o Governo do Pará, via Secult, pretende inaugurar em agosto de 2016 na Casa das 11 Janelas.
João Meirelles Filho, diretor geral do Instituto Peabiru, entende que é possível trabalhar ainda mais o fortalecimento da organização social e da valorização da sociobiodiversidade da região. “Esta é a nossa missão. Sempre iremos apoiar iniciativas que ofereçam a chance para que as populações extrativistas e os agricultores familiares da Amazônia sejam protagonistas de sua realidade. Por isso consideramos a criação do Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade uma iniciativa louvável”, avalia, emendando que “queremos dizer que o Centro dará maior visibilidade e reconhecimento, como a valorização dos saberes e fazeres ribeirinhos. Ao trabalharmos nesta linha, incentivamos produtos e serviços que podem ser melhores, mais baratos, seguros, de boa qualidade e que geram emprego e renda e qualidade de vida com sustentabilidade para comunidades locais”.
Para a ong, a inciativa só faz sentido se funcionar em estreita cooperação com associações locais, sindicatos, colônias de pesca e movimentos sociais, além de entidades representativas dos diversos setores, como a Abrasel, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.
“Nossa preocupação é com os direitos básicos e o acesso a políticas públicas de povos e comunidades tradicionais e agricultura familiar. Também acreditamos que o correto manejo dos produtos florestais e dos rios ofereça à Grande Belém uma paisagem melhor conservada, com maior biodiversidade e respeito aos serviços ambientais, como o acesso a água e uma metrópole com um clima melhor”, diz João Meirelles, que reforça ainda a oportunidade de se compreender os conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade e valorizar este fato em cada prato.
O Instituto Peabiru é parceiro há 10 anos do Movimento das Mulheres das Ilhas de Belém e de associações comunitárias do entorno, como Boa Vista do Acará, os quilombos do Acará e os assentamentos de Mosqueiro, Santa Bárbara e outras comunidades da região metropolitana de Belém, e defende que todas estas organizações devem ser incluídas – ouvidas e ter voz – na iniciativa do Centro, com prioridade para a mulher e o jovem.
João Meirelles Filho, diretor geral do Instituto Peabiru, entende que é possível trabalhar ainda mais o fortalecimento da organização social e da valorização da sociobiodiversidade da região. “Esta é a nossa missão. Sempre iremos apoiar iniciativas que ofereçam a chance para que as populações extrativistas e os agricultores familiares da Amazônia sejam protagonistas de sua realidade. Por isso consideramos a criação do Centro Global de Gastronomia e Biodiversidade uma iniciativa louvável”, avalia, emendando que “queremos dizer que o Centro dará maior visibilidade e reconhecimento, como a valorização dos saberes e fazeres ribeirinhos. Ao trabalharmos nesta linha, incentivamos produtos e serviços que podem ser melhores, mais baratos, seguros, de boa qualidade e que geram emprego e renda e qualidade de vida com sustentabilidade para comunidades locais”.
Para a ong, a inciativa só faz sentido se funcionar em estreita cooperação com associações locais, sindicatos, colônias de pesca e movimentos sociais, além de entidades representativas dos diversos setores, como a Abrasel, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.
“Nossa preocupação é com os direitos básicos e o acesso a políticas públicas de povos e comunidades tradicionais e agricultura familiar. Também acreditamos que o correto manejo dos produtos florestais e dos rios ofereça à Grande Belém uma paisagem melhor conservada, com maior biodiversidade e respeito aos serviços ambientais, como o acesso a água e uma metrópole com um clima melhor”, diz João Meirelles, que reforça ainda a oportunidade de se compreender os conhecimentos tradicionais associados à biodiversidade e valorizar este fato em cada prato.
O Instituto Peabiru é parceiro há 10 anos do Movimento das Mulheres das Ilhas de Belém e de associações comunitárias do entorno, como Boa Vista do Acará, os quilombos do Acará e os assentamentos de Mosqueiro, Santa Bárbara e outras comunidades da região metropolitana de Belém, e defende que todas estas organizações devem ser incluídas – ouvidas e ter voz – na iniciativa do Centro, com prioridade para a mulher e o jovem.









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