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Carretas, tratores e outras máquinas pesadas trafegam lado a lado, cometem ultrapassagem em alta velocidade em plena zona urbana e ainda estacionam ocupando a pista, causando inúmeros acidentes, além de estragarem o pavimento das vias públicas e poluírem o ar com fumaça de combustível e ruído.

Hoje (30), na recém implantada Av. Moaçara, no cruzamento com a Sérgio Henn, uma carreta carregada com toras enormes de madeira de lei tombou em meio aos veículos, aterrorizando os transeuntes.

Na BR-163, a Santarém-Cuiabá, que acaba no Porto de Santarém, as filas de carretas a partir da Tancredo Neves acabam com o asfalto e com a saúde mental de quem precisa passar pela área. Atravancam tudo.

Algo precisa ser feito com urgência pela Prefeitura ou pelo Ministério Público a fim de proteger a população e acabar com os abusos dos caminhoneiros e sojeiros, que deveriam ter galpões para estacionamento das carretas e não usar gratuitamente as ruas em detrimento dos direitos de cidadania.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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