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O Conselho de Saúde de Tucuruí
rejeitou os Relatórios de Gestão de 2009, 2010 e 2011: o município tem o pior
quadro de saúde da última década, fechou uma maternidade, continuou a receber
os recursos, a precariedade permaneceu mesmo dentro de outro hospital, e as
metas pactuadas não foram alcançadas. A gestantes, crianças e a população em
geral não podem fazer exames do básico, nem há médico na Unidade de Saúde da Família.
Sequer há dados a analisar: o centro de epidemiologia não funciona.
Nos Relatórios de Gestão não há
comprovantes de execução físico-financeira das ações relatadas, muito menos
resultados alcançados, demonstrando total descaso com a transparência na gestão
pública, além do que é um atentado aos princípios da moralidade, legalidade e
da eficiência necessária aos atos administrativos.
Vistoria nos Postos de Saúde, PSF e Hospital Municipal de Tucuruí
mostraram, além de condições ambientais inadequadas, falta de recursos humanos,
material de atendimento, equipamentos e até remédios. Auditoria do DENASUS
constatou que materiais e medicamentos que nunca chegaram ao almoxarifado foram
pagos. S
erviço de
Internet via rádio foi pago antes de
ser prestado e com recursos carimbados, no valor de R$ 10.273,30, além de
refeições, no montante de R$ 6.833, pagos a servidores que recebem mensalmente
auxílio alimentação.
O relator do Conselho, Pedro Cunha
Ribeiro, pediu que sejam cientificados de seu parecer o MPE e ao MPF.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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