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Nesta quinta-feira, 23, um Café Literário movimenta a Casa Museu Palacete Bolonha das 17h às 19h. Sete escritoras irão autografar o livro Amor (es), que leva o selo da editora Dalcídio Jurandir, da Imprensa Oficial do Estado. A programação tem o apoio da Fundação Cultural de Belém – Fumbel.

A obra é uma coletânea de poemas e reflexões sobre a temática, escrita por sete mulheres, mestras em Letras, amigas da linguagem: Clébia Maciel, Djane Pereira, Flávia Leite, Gilcélia Mendes, Jandiassy Ribeiro, Maria Helena Viana e Tânia Monteiro, que mais uma vez se unem para falar de amor e espalhar afeto e poesia pelo caminho. Em 2021, as autoras lançaram o livro “Rio em Nós” de memórias, crônicas e poemas. Também lançaram, em 2023, a coletânea “Poemas para Belém”, em homenagem ao aniversário da cidade, dia 12 de janeiro.

“Muito já se escreveu sobre o tema, mas ele permanece atual. Nessa obra, o amor sempre é plural com cada uma das autoras tendo sua singularidade para expressar seus sentimentos e inquietações sobre o assunto”, explica o texto de abertura da coletânea. “O amor nunca foi tão necessário quanto nos dias de hoje. Então, como porta vozes de nosso tempo, estamos cumprindo nosso papel e deixando pelo caminho o amor necessário para continuar e seguir em frente”, reforça Helena Viana ao apresentar o livro.

O premiado escritor Daniel da Rocha Leite assina o prefácio e acentua que escrever sobre o tema não é tarefa a que alguém possa se lançar sem riscos, porque o amor “é uma estrada na qual muito já foi terra, pedra, piçarra, cegueira, ferimentos, fogo e cura”. No entanto, no livro, as autoras fazem, da memória, matéria viva de um corpo e de uma voz irrenunciável, novas margens em movimento e novas enunciações.

O presidente da Ioepa, Jorge Panzera, explica que um dos objetivos ao editar o livro foi incentivar o papel da mulher na sociedade, trazendo ao público textos que demonstram a força e a sensibilidade feminina ao retratar o “Amor” em todas as suas formas. Na apresentação da obra, ele resume o que os leitores poderão encontrar na coletânea: “O livro Amores fala de empatia, de saudade e de lembranças, bem como traz reflexões sobre o amor, enfatizando que o ato de amar pode ser múltiplo, não tem dimensão, é escolha e um exercício diário de doação e respeito. Mesma abordagem faz o coordenador da Editora Dalcídio Jurandir, Moisés Alves, ao afirmar que por meio dos seus textos, as escritoras apresentam uma mensagem de resistência, força e de amor sem igual, “amor por seus pais, seus filhos, por si mesmas e principalmente pela vida”.

“Estamos aqui para falar de amor, para contar histórias de amor, para refletir sobre o amor e, sobretudo, para amar…”, explicam as autoras.
A mediação das conversas durante o Café Literário será do jornalista Walbert Monteiro, membro das Academias Paraense de Letras (APL) e de Jornalismo (APJ).

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