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Os exportadores correm o risco de ficar a ver navios. Os investimentos de R$2,7 bilhões até 2010, previstos para o setor portuário no PAC, estão estacionados. O Programa Nacional de Dragagem, destinado a aprofundar os canais de atracação para facilitar o trânsito de navios maiores em 19 portos, sequer foi lançado, e olhem que as primeiras licitações desse programa estavam marcadas para 31 de julho. Pois nada aconteceu e o governo permanece de bico calado. A partir de 2011, quando as obras de ampliação do canal do Panamá estiverem prontas, vai crescer a utilização mundial de megacargueiros, capazes de levar 6 mil contêineres ou mais, que não vêm ao Brasil porque os portos daqui não têm profundidade suficiente para recebê-los.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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