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Os funcionários do Banpará estão em greve há 8 dias, mas a direção do Banco, até agora, não chamou a categoria para negociar as suas reivindicações, entregues desde o dia 20 de agosto. Os  bancários reclamam que a primeira mesa, no dia 8 de setembro, foi cancelada por motivo insignificante e, nas demais, a única proposta feita pelo Banpará foi a de aumentar em R$10 o abono-academia. Historiam que deram mostra de boa vontade e sacrifício ao aceitarem a redução dos salários em 20% por 11 meses; reajuste zero por toda a década de 1990 e o Plano de Cargos e Salários congelado de 1994 até 2010.  Os funcionários querem ajuste na tabela do PCS; reajuste salarial de 16%; devolução do ticket extra, no valor de R$5 mil; reajuste do anuênio em 5% da remuneração; incorporação de 10% da comissão; PLR linear e PLR social; devolução do saldo remanescente do plano PAS/Cafbep e ajuda aluguel pelo tempo que perdurar a transferência por interesse do Banco, além da liberação de 4 diretores para a Afbepa, plano de saúde para ascendentes e descendentes maiores de 18 anos, criação de instância recursal no comitê disciplinar, processo seletivo e jornada de trabalho reduzida para funções comissionadas, gratificadas e de confiança, entre outros.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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