0
 
A professora Fabrícia, do Sistema
de Organização Modular de Ensino da Seduc em Abaetetuba, teve um problema no
dente e estava voltando para a cidade em busca de atendimento quando foi
abordada no rio por um bando de piratas e quase foi morta porque estava de
colete e eles confundiram-na com uma policial. Muito traumatizada, ela mudou de
comunidade mas nem consegue trabalhar. Tudo é muito difícil para esses
professores, que lecionam em condições extremamente adversas. Moram em
casebres, enfrentam todo tipo de perigo, e precisam ir à cidade comprar comida
porque nas comunidades ribeirinhas não há o que comprar nem qualquer tipo de
assistência médico-odontológica.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Alô, polícia!

Anterior

Líder na frigideira

Próximo

Você pode gostar

Comentários