Barcos regionais a motor, veleiros, vigilengas, rabetas, bajaras, canoas ubás, igarités, catraias, botes fazem parte da memória afetiva, produtiva e econômica parauara, navegando pelo oceano Atlântico, baías, rios que mais parecem mares, lagos, igarapés, furos, estreitos, igapós e campos alagados…

Embora o Quartel Tiradentes esteja localizado no coração do bairro do Reduto, sediando o 2º BPM e duas Companhias da Polícia Militar do Pará, os meliantes parecem desafiar abertamente os policiais. Os assaltos no bairro continuam muito frequentes, principalmente no…

Douglas da Costa Rodrigues Junior, estudante de Letras - Língua Portuguesa da Universidade Federal do Pará e bolsista do Museu Paraense Emílio Goeldi, ganhou a 18ª edição do Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica na área de Ciências Humanas…

O Ministério Público do Trabalho PA-AP abrirá na segunda-feira inscrições para Estágio de Nível Superior. A seleção será destinada ao preenchimento de vagas e formação do quadro de reserva de estagiários dos cursos de Administração/Gestão Pública, Biblioteconomia, Direito, Jornalismo, Publicidade/Propaganda…

Aproveitadores dos amazônidas

Assim como a política, as empresas de telefonia e provedores de internet passam ao largo da ética.

Com tanto corre-corre, só ontem li a IstoÉ de 09.12.2009. Chamou-me a atenção uma foto de Alter do Chão, em Santarém, ilustrando informe publicitário da Vivo travestido de matéria editorial, afirmando que foi a empresa que fez a inclusão digital em Belterra, município vizinho e desmembrado da Pérola do Tapajós, que viveu os áureos tempos da borracha ao lado de Fordlândia, fundada por Henry Ford. Até a reserva do Arapiuns e a comunidade de Suruacá são mostradas como exemplo da bondade da operadora, tão preocupada com a pobreza e exclusão dos ribeirinhos amazônidas (!).

A César o que é de César.

A inclusão digital foi proporcionada pelo programa NavegaPará, do governo do Estado, que levou internet gratuita a localidades do interior do Pará e que, por sinal, está sendo utilizada por empresas inescrupulosas que vendem os serviços aos incautos habitantes locais.

Está passando da hora do Ministério Público agir e punir com rigor essas fraudes de aproveitadores que, além dos moradores dos grandes centros, exploram as comunidades mais pobres da Amazônia, apostando justamente em seu isolamento para se manter na impunidade.

E ainda posam de bonzinhos, na maior cara de pau.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *