0
 

A
Advocacia Geral da União, que de novo representou junto ao Conselho Nacional do
Ministério Público contra o procurador da República Felício Pontes Jr., para
afastá-lo de todos os processos relativos a hidrelétricas, melhor cumpriria sua
função se cuidasse de denunciar a corrupção que impede o governo federal de
cumprir seus projetos.

Um dos membros do MPF-PA mais atuantes e respeitados, Felício Pontes Jr. é
acusado – pasmem! – de defender os interesses indígenas e orientar as etnias
que vivem do Xingu acerca dos seus direitos nas indenizações por impactos
ambientais e sociais em razão da UHE-Belo Monte, atitude que é sua missão institucional.

A quem interessa a criminalização do procurador, que tem se destacado pela sua
luta em prol dos direitos humanos e cidadãos?
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Acabou a greve no Basa

Anterior

Câmara de Belém rasga a lei

Próximo

Você pode gostar

Comentários