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Literatura, música, história e teatro permearam o bródio anual da Academia Paraense de Letras, sob o comando de seu presidente, o escritor, conferencista, pesquisador, professor e advogado Ivanildo Alves. Bródio é como se chama a confraternização anual da APL, de modo que a prosa, a ficção, o romance, a poesia e o cordel estão sempre presentes, e no mínimo o violão do genial Salomão Habib, a deleitar os amantes da arte. 

Dramaturgo, romancista, professor e palestrante, o advogado Clóvis Malcher Filho foi o orador oficial do evento. Dividiu em três atos o seu pronunciamento, ouvido atentamente, e arrancou aplausos calorosos da plateia. Um discurso potente, ancorado no presente, e universal em seu sentido. Ele propôs sérias reflexões acerca do sentido do Natal e recitou a célebre Carta que o apóstolo Paulo escreveu aos coríntios, que fala de esperança, de fé e de amor: “o amor é paciente, é benigno, o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconveniente, não procura seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.

As poetas Sarah Castelo Branco Monteiro Rodrigues – juíza de Direito do Tribunal de Justiça do Pará – e Nazaré Mello Uchoa – educadora e artista plástica, e os poetas e advogados Zenaldo Coutinho e José Figueiredo de Sousa declamaram da tribuna, muito aplaudidos. O jornalista e escritor Walbert Monteiro funcionou como mestre de cerimônia. O cônego Ronaldo Menezes, padre da arquidiocese de Belém do Pará, pároco da Paróquia de São Geraldo Magela, vigário episcopal da Região Santa Cruz e presidente do Cabido Metropolitano, liderou as orações e abençoou a tod@s. Salomão Habib fez um pocket show que encantou aos presentes.

O advogado e escritor Célio Simões também se manifestou da tribuna, recitando um texto do livro A Nobreza da Gratidão, do saudoso escritor Haroldo Figueira, intitulado “O lado bom dos acontecimentos ruins”, também muito aplaudido.

Sarah Castelo Branco Monteiro Rodrigues foi agraciada com os títulos de Doutora Honoris Causa em Ciências Jurídicas, Comendadora da Paz e a Medalha Machado de Assis, pelo Centro Smarthiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos, e Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes, com sede no Rio de Janeiro. Foi portador das honrarias o escritor Flávio Quinderé, que também é detentor dos títulos de Doutor Honoris Causa e Comendador da mesma Ordem.

Estavam presentes os acadêmicos Ivanildo Alves e seu filho Daniel, cônego Ronaldo Menezes, José Wilson Malheiros da Fonseca, Cláudio (Milene) Guilhon, Célio (Fátima) Simões, Alcyr Meira, Agildo Monteiro, Clóvis (Jacqueline) Malcher, Nazaré (Leôncio) Mello Uchoa, Zenaldo Coutinho Jr., Linomar (Dilma) Bahia; Walbert Monteiro, Flávio (Carmem) Quinderé, José (Adma) Figueiredo, Sarah Rodrigues, Salomão Habib, Raymundo Mário (Lea) Sobral, Homerval (Ivanilda) Thompson Teixeira e Franssinete Florenzano.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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