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André Nunes e as lembranças do Xingu

Estava tudo muito lindo e gostoso no lançamento do livro “Xingu – Causos & Crônicas” e relançamento de “A Batalha do Riozinho do Anfrísio”, do velho comunista André Costa Nunes, pajé Xipaia, Dom Quixote tupiniquim que vive na beira do Uriboca, em plena região metropolitana de Belém,  e transferiu um pedacinho da “Terra do Meio“, a mesopotâmia entre os rios Xingu e Iriri, para a Estação das Docas, ontem à noite. Amigos de sempre, alguns de toda a vida, outros mais novos que ele conquista todo dia com sua verve de curupira, estavam lá, para o abraço fraterno, o papo irreverente, o sorriso largo. 

Já tinha sido, com antecedência, presenteada com o meu exemplar de “Xingu”, autografado com o carinho típico do André, que é um príncipe. O épico “A Batalha do Riozinho do Anfrísio – Uma História de Índios, Seringueiros e Outros Brasileiros” – que o Waldemiro Gomes sugere transformar num filme intitulado “Xingu” – ganhei num domingo lindo de novembro de 2009, no restaurante Terra do Meio, lugar paradisíaco com um cardápio dos deuses, durante almoço que acabou na hora do jantar, com direito a filhote ao leite da castanha, mojica e pato no tucupi. De entrada, bolinhos de piracuí. Lembro que, naquele dia,  André foi agraciado com a comenda Chef Uruá-Tapera, entregue na hora. 

Pois bem. André avisou o Curupira, o Boitatá, o Saci-Pererê, a Mãe-d’Água. E saiu mundiando as pessoas. Todo mundo foi lá, contar causos, dar muitas gargalhadas e brindar à vida e à amizade. André estava feliz. E nós também.

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