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Que Belém é uma das cidades mais perigosas do Brasil, todo mundo sabe. Que os bairros do Guamá, São Brás, Telégrafo,  Sacramenta, Jurunas, Pedreira, Cremação, Marco, Condor, Terra Firme, Batista Campos, Umarizal, Campina, Nazaré, Reduto e Cidade Velha têm altos índices de assaltos, idem. Fazer algo é que são elas. Em São Brás, por exemplo, só na Av. Gentil Bittencourt, entre 14 de Abril e Castelo Branco, todo dia acontecem de 2 a 4 assaltos, principalmente em uma parada de ônibus, frequentada por estudantes dos cursinhos Equipe, Universo e Teorema. Os moradores da área estão desesperados. Já fizeram “N”ocorrências mas a polícia não dá importância. Os mesmos bandidos vão e vêm todo dia, aterrorizando a vizinhança. Policiamento ostensivo da PM não existe. O mesmo drama sofre quem trafega ou mora na Antônio Barreto, que começa no Santuário de Fátima, até a Tiradentes, que termina na Praça da República. Salve-nos, quem?
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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