0
 

O aeroporto de Altamira está com a pista de pouso e decolagem tão cheia de rachaduras e buracos que parece uma tábua de pirulitos. Não admira o acidente que houve recentemente.
É bom lembrar que, com a construção da usina de Belo Monte, Altamira terá enorme demanda aeroportuária. O perigo de uma tragédia é iminente. No local operam aeronaves de médio e grande porte.

A Infraero anunciou desde 2009 obras de reforma e melhorias, mas até hoje nada fez, além de colocar em risco milhares de passageiros.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Cadê o dindim?

Anterior

Feira científica

Próximo

Você pode gostar

Comentários