Com
o auditório lotado, terminou há poucos minutos a audiência pública na Alepa que
debateu a situação das 435 famílias carentes que há dois anos ocupam os
residenciais Liberdade I e II, no bairro do Guamá, em Belém. Elas reivindicam
solução para o impasse com a Cohab, que deu prazo até 22 de junho para que desocupem
a área. A iniciativa do deputado Edilson Moura(PT), que presidiu a sessão, foi
uma tentativa de conciliação. A presidente da Cohab, Noêmia Jacob, compareceu e
explicou aos comunitários que é preciso liberar o local para a conclusão das
obras que vão beneficiar famílias da Terra Firme, afirmando que o governo quer
dialogar para a desocupação pacífica. Após
horas de debate, ficou definido que as famílias não vão sair da área e
que a Cohab vai reiniciar as obras do Liberdade I e II por trás, sem prejuízo às
famílias, que serão cadastradas.
o auditório lotado, terminou há poucos minutos a audiência pública na Alepa que
debateu a situação das 435 famílias carentes que há dois anos ocupam os
residenciais Liberdade I e II, no bairro do Guamá, em Belém. Elas reivindicam
solução para o impasse com a Cohab, que deu prazo até 22 de junho para que desocupem
a área. A iniciativa do deputado Edilson Moura(PT), que presidiu a sessão, foi
uma tentativa de conciliação. A presidente da Cohab, Noêmia Jacob, compareceu e
explicou aos comunitários que é preciso liberar o local para a conclusão das
obras que vão beneficiar famílias da Terra Firme, afirmando que o governo quer
dialogar para a desocupação pacífica. Após
horas de debate, ficou definido que as famílias não vão sair da área e
que a Cohab vai reiniciar as obras do Liberdade I e II por trás, sem prejuízo às
famílias, que serão cadastradas.
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