Publicado em: 26 de maio de 2026
Cumprindo ordem da juíza eleitoral do Amapá Paola Julien Oliveira Santos, a Polícia Federal fez hoje (26) cedinho busca e apreensão em 35 endereços em Macapá (AP), Belém (PA) e Canela (RS). Os alvos são influenciadores digitais, comunicadores, blogueiros e veículos de comunicação que atacavam adversários políticos e produziam conteúdos de desinformação. Contratos de publicidade institucional na ordem de R$ 25 milhões, da Prefeitura de Macapá, na gestão do prefeito Dr. Antônio Furlan, teriam sido utilizados para financiar veículos de comunicação com foco em promoção política e ofensivas contra adversários.
A PF aponta que os recursos públicos destinados à comunicação institucional teriam sido desviados para alimentar uma estrutura de produção e disseminação de material manipulado.
Os investigados responderão por crimes eleitorais, contra a administração pública, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Interessante é que ontem, em Macapá, aliados do senador Davi Alcolumbre festejavam antecipadamente a possível prisão do ex-prefeito Antônio Furlan, em uma operação da PF que seria deslanchada às 6h desta terça-feira. Devem ter uma bola de cristal ou a operação vazou.
O fato é há indícios com clareza solar que milícias digitais são pagas com dinheiro público em vários estados – inclusive no Pará – e promovem desinformação, autopromoção política e ataques a adversários. A PF ainda tem muito trabalho a fazer para coibir essa prática criminosa que prolifera em ano eleitoral.










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