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O advogado Rodrigo Leite, vice-presidente do Instituto de Direitos Humanos Dom Azcona e Irmã Henriqueta, recebeu durante sessão solene a comenda Mãe Doca, outorgada pela Assembleia Legislativa do Pará, pelos relevantes serviços prestados aos povos originários tradicionais de matriz africana.

Além do acompanhamento jurídico em diversos casos de perseguição e intolerância religiosa, Rodrigo Leite contribuiu diretamente na elaboração do projeto de lei n° 199/2026, que cria a política estadual da proteção aos POTMAS, e também participou da criação da comenda Mãe Maria Aguiar na Câmara Municipal de Belém, entre outras atividades.

A comenda estatuída por lei da Alepa leva o nome de Rosa Viveiros, conhecida como Nochê Navanakoly (ou Mãe Doca), maranhense considerada uma das pioneiras do Tambor de Mina em Belém. Em 1891, poucos anos após a abolição da escravidão, ela fundou um dos primeiros terreiros na capital paraense, enfrentando forte racismo e perseguição.

Rodrigo Leite tem se notabilizado há muitos anos por sua atuação em defesa dos direitos humanos e particularmente em prol dos povos dos terreiros.

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