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A Relevância Ontológica de Hans Jonas para a Ética da Sustentabilidade na Era Tecnológica



Em meio ao Antropoceno, período em que a atividade humana se tornou a principal força de transformação geológica do planeta, a filosofia é compelida a uma reavaliação radical de seus próprios fundamentos éticos. As arquiteturas morais herdadas da tradição, desde a eudaimonia aristotélica até o imperativo categórico kantiano, foram concebidas para um mundo onde a natureza era vista como um pano de fundo estável e o poder humano, embora significativo, possuía um alcance causal limitado no tempo e no espaço. A civilização tecnológica contemporânea, contudo, pulverizou essas premissas, dotando a humanidade de um poder prometeico cujas consequências são cumulativas, potencialmente irreversíveis e de escala planetária.
É neste cenário de poder desmedido e vulnerabilidade existencial que a obra do filósofo alemão Hans Jonas, e em particular O Princípio Responsabilidade, ressoa com uma força profética e uma urgência inadiável. Jonas não se propõe a meramente ajustar a ética existente aos novos problemas ambientais; ele empreende uma refundação completa, deslocando o epicentro da moralidade da intenção do agente para a consequência da ação, e estendendo o horizonte da obrigação para abarcar a totalidade da biosfera e a própria possibilidade de um futuro para a humanidade. O pensamento de Jonas constitui a espinha dorsal de qualquer ética da sustentabilidade que se pretenda robusta, dialogando de forma crítica e sinérgica com pensadores contemporâneos e com a crua evidência científica de nosso tempo.
O pilar central da argumentação jonasiana reside na sua crítica demolidora à inadequação das éticas tradicionais, que eram fundamentalmente antropocêntricas e presentistas. Seu escopo de relevância moral se restringia à esfera inter-humana, à “cidade” como espaço de convivência, e seus preceitos operavam sob a premissa de que a natureza, em sua essência, era imutável e resiliente aos nossos atos. A máxima “fiat justitia, pereat mundus” (faça-se justiça, ainda que o mundo pereça) só era concebível em um contexto em que o perecimento do mundo não era uma possibilidade real decorrente da ação humana. A tecnologia moderna, ao conferir-nos a capacidade de alterar ecossistemas, o clima e até mesmo o código genético da vida, torna essa máxima obsoleta e perigosa. A ação humana deixou de ser um evento contido para se tornar um processo contínuo de intervenção na biosfera, cujos efeitos se estendem por milênios.
Diante dessa nova condição, Jonas propõe um novo imperativo ético, que deliberadamente subverte a formulação kantiana: “Aja de tal modo que os efeitos da tua ação sejam compatíveis com a permanência de uma vida autenticamente humana sobre a Terra”. Este imperativo desloca radicalmente o centro de gravidade da ética. A boa vontade, central para Kant, cede lugar à responsabilidade pelas consequências. A reciprocidade entre contemporâneos é suplantada por uma obrigação unilateral para com aqueles que ainda não existem e que, por sua não-existência, não podem reivindicar seus direitos: as gerações futuras. Mais radicalmente ainda, essa obrigação se estende à própria natureza, não como um mero recurso para a vida humana, mas como uma condição de possibilidade para toda a vida.
Para que este novo imperativo não se torne uma exortação vazia, Jonas busca um fundamento que não dependa de convenções humanas ou de um contrato social, mas que esteja ancorado na própria realidade do Ser. Ele o encontra em uma audaciosa manobra ontológica. Para Jonas, a vida, em todas as suas formas, desde o mais simples metabolismo, exibe uma teleologia intrínseca: uma luta incessante pela continuidade, um “sim” à existência contra a ameaça constante do não-Ser. Este esforço imanente da vida para perseverar em seu ser não é um fato neutro, mas a manifestação de um valor. O Ser, ao afirmar-se, postula a si mesmo como um bem, e o Não-Ser como um mal. A existência, portanto, tem uma reivindicação sobre nós. O ser humano, como a única criatura conhecida que possui a consciência e o poder de negar essa reivindicação em escala planetária, torna-se o destinatário de um dever cósmico. Somos, por força de nossa capacidade tecnológica, os guardiões da frágil chama da vida na Terra. A responsabilidade jonasiana não é, portanto, uma escolha, mas uma condição imposta por nosso poder.
Para navegar na incerteza inerente a essa nova responsabilidade, Jonas propõe uma ferramenta epistemológica e moral: a “heurística do medo” (Heuristik der Furcht). Este conceito, frequentemente mal interpretado como um apelo ao pânico irracional, é, na verdade, um princípio de prudência e imaginação moral. Jonas argumenta que, ao avaliar os potenciais desfechos de uma inovação tecnológica, devemos dar precedência ao prognóstico de desgraça sobre o prognóstico de felicidade. A razão para essa assimetria é lógica e profunda: enquanto os benefícios prometidos, por maiores que sejam, são finitos e podem ser compensados, uma catástrofe existencial (a extinção da humanidade, o colapso da biosfera) é um mal absoluto e infinito, que anula qualquer bem precedente. O medo, aqui, funciona como um alerta, forçando-nos a contemplar o malum potencial com mais seriedade do que celebramos o bonum prometido.
Essa perspectiva encontra um poderoso eco na análise sociológica de Ulrich Beck e sua teoria da “Sociedade de Risco”. Beck argumenta que a modernidade tardia se caracteriza pela produção social de riscos que são fundamentalmente diferentes dos perigos das eras anteriores. Riscos como a contaminação nuclear, as alterações climáticas ou os perigos químicos são deslocalizados, incalculáveis em seus efeitos de longo prazo e frequentemente imperceptíveis aos sentidos humanos. Eles não são mais “efeitos colaterais” do progresso, mas o produto central de uma modernização que não reflete sobre si mesma. O que Beck descreve em termos sociológicos, Jonas havia diagnosticado em termos filosóficos: uma era em que a principal ameaça não vem de uma natureza hostil, mas da própria racionalidade instrumental e do poder tecnológico humano. A heurística do medo é, precisamente, a resposta ética à lógica da sociedade de risco: se os riscos são sistêmicos e potencialmente catastróficos, a prudência exige que a possibilidade do pior cenário se torne o guia para a ação regulatória.
Este diálogo se torna ainda mais urgente quando confrontado com a hubris tecnológica descrita por Yuval Noah Harari em obras como Homo Deus. Harari projeta um futuro próximo em que a humanidade, tendo superado os desafios tradicionais da fome, da peste e da guerra, se lançará em busca de novos objetivos divinos: a imortalidade (ou amortalidade), a felicidade perpétua e a própria divindade, através da manipulação biotecnológica e da inteligência artificial. Os projetos do “Gilgamesh 2.0” e da engenharia da felicidade representam a apoteose da promessa prometeica que tanto preocupava Jonas. A heurística do medo jonasiana oferece um contraponto sóbrio e necessário a essa visão. Ela nos compele a perguntar: quais são os riscos existenciais de desacoplar a inteligência da consciência? Que tipo de sociedade emergiria da criação de uma subclasse de humanos não-aprimorados? A alteração do genoma humano em busca da felicidade não poderia erradicar a própria vulnerabilidade e finitude que dão sentido à vida? A ética da responsabilidade de Jonas, portanto, não é um freio ao progresso, mas um chamado à sabedoria, uma exigência de que o poder de nos tornarmos “deuses” seja acompanhado por uma responsabilidade divina correspondente.
Embora a ética de Jonas seja centrada na responsabilidade humana, sua fundamentação ontológica abre caminho para uma superação do antropocentrismo estrito. Ao localizar o valor na própria existência da vida, ele implicitamente confere um status moral à biosfera que transcende sua utilidade para os seres humanos. Essa perspectiva encontra afinidades surpreendentes com outras correntes de pensamento que, por vias distintas, buscaram desmantelar a dicotomia moderna entre um sujeito humano ativo e uma natureza-objeto passiva. A Hipótese Gaia, formulada pelo cientista James Lovelock, propõe que a Terra não é um mero rochedo inerte que abriga a vida, mas um complexo sistema autorregulado, onde os componentes bióticos e abióticos interagem para manter as condições de habitabilidade do planeta. Gaia, nesse sentido, exibe propriedades análogas às de um organismo vivo, com mecanismos de homeostase que regulam a temperatura, a composição atmosférica e a salinidade dos oceanos. Embora Lovelock tenha evitado inicialmente as implicações filosóficas, sua hipótese fornece uma base científica para a intuição de Jonas: a biosfera não é uma coleção de partes, mas um todo integrado e interdependente, cuja estabilidade é uma condição prévia para a existência de qualquer espécie, incluindo a nossa. A responsabilidade jonasiana, vista através das lentes de Gaia, torna-se o dever de não interferir de forma temerária nos mecanismos regulatórios que sustentam o sistema terrestre como um todo.
Por um caminho filosófico e sociológico, Bruno Latour chega a uma conclusão semelhante. Em obras como Jamais Fomos Modernos e Diante de Gaia, Latour ataca a “Constituição Moderna” que separou radicalmente a Natureza (o domínio dos fatos objetivos, estudado pela ciência) da Sociedade (o domínio dos valores e da política). Ele argumenta que vivemos em um mundo de “híbridos”, de redes em que elementos humanos e não-humanos (micro-organismos, rios, tecnologias, o dióxido de carbono) estão inextricavelmente entrelaçados. A crise ecológica, para Latour, é o momento em que essa separação artificial se torna insustentável. Não estamos mais “diante” da natureza como um objeto a ser dominado; estamos “pousando na Terra”, forçados a reconhecer que compartilhamos o planeta com uma miríade de outros “actantes” que têm seus próprios interesses e agência. O conceito de “Terrestre” de Latour designa essa nova condição política, na qual a questão não é mais como “governar a natureza”, mas como “compor um mundo comum” com todos os seres que o habitam. Enquanto Jonas enfatiza o dever unilateral do humano como guardião, Latour propõe uma diplomacia cósmica, uma negociação política com o não-humano. Ambas as perspectivas, contudo, convergem em um ponto crucial: a necessidade de superar o excepcionalismo humano e reconhecer a agência e o valor intrínseco do mundo não-humano como condição para a nossa própria sobrevivência.
Apesar de sua força, o imperativo universalista de Jonas não está isento de críticas, especialmente quando confrontado com as realidades da desigualdade global e do legado colonial. Pensadoras como Vandana Shiva, a partir de uma perspectiva ecofeminista e pós-colonial, argumentam que a própria noção de “humanidade” e de “ciência” que subjaz a muitas discussões ambientais ocidentais é, na verdade, a universalização de uma perspectiva masculina, branca e industrial. Shiva defende a “soberania das sementes” e a sabedoria contida nas práticas agrícolas tradicionais e indígenas, que foram sistematicamente desvalorizadas e destruídas pela Revolução Verde e pela monocultura corporativa. Para Shiva, a crise ecológica está intrinsecamente ligada à crise do conhecimento, à imposição de um modelo único de produtividade que ignora a resiliência e a biodiversidade dos saberes locais. Uma aplicação acrítica do princípio da responsabilidade poderia, paradoxalmente, reforçar essa dinâmica, se a “gestão do risco global” for conduzida exclusivamente por especialistas e instituições do Norte Global, sem a participação e o reconhecimento das comunidades que estão na linha de frente dos impactos ambientais.
Na mesma linha, o escritor Amitav Ghosh, em A Grande Cegueira, argumenta que a crise climática é, fundamentalmente, uma crise da imaginação e da cultura, enraizada na história do colonialismo. A extração de recursos que alimentou a Revolução Industrial e a criação de impérios foi o motor inicial das emissões de carbono, e as estruturas de pensamento que permitiram essa exploração (a separação entre natureza e cultura, a visão da Terra como um recurso infinito) são as mesmas que hoje nos impedem de conceber a real magnitude da crise. Para Ghosh, qualquer solução que não aborde a questão da justiça climática e das responsabilidades históricas diferenciadas está fadada ao fracasso. O imperativo de Jonas, com seu foco na sobrevivência da “humanidade” como um todo, corre o risco de ofuscar o fato de que os impactos e as responsabilidades pela crise são profundamente desiguais.
É aqui que o trabalho de economistas como Kate Raworth, com seu modelo da “Economia Donut”, oferece uma ferramenta crucial para operacionalizar a ética de Jonas de uma forma socialmente justa. O “Donut” propõe um espaço seguro e justo para a humanidade, delimitado por um “piso social” (as necessidades humanas básicas, como saúde, educação e moradia) e um “teto ecológico” (os nove limites planetários identificados pela ciência). O desafio é erradicar a privação humana sem exceder os limites biofísicos da Terra. Este modelo integra as dimensões da justiça social e da sustentabilidade ambiental, tornando explícito que a responsabilidade pela proteção da biosfera não pode ser exercida às custas da dignidade humana. A ética jonasiana, enriquecida pela perspectiva do Donut, nos compele a buscar inovações e políticas que operem dentro deste espaço, garantindo que a transição para a sustentabilidade seja também uma transição para uma maior equidade.
Talvez a prova mais contundente da relevância duradoura de Hans Jonas seja a maneira como a ciência contemporânea tem validado, com uma precisão assustadora, suas premonições filosóficas. Os relatórios do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) podem ser lidos como a concretização empírica de O Princípio Responsabilidade. Quando Jonas falava de efeitos cumulativos e irreversíveis, ele estava antecipando conceitos que hoje são centrais para a ciência climática, como os “pontos de inflexão” (tipping points). O IPCC AR6 alerta que o derretimento dos mantos de gelo da Groenlândia e da Antártida Ocidental, uma vez ultrapassado um certo limiar de aquecimento, pode se tornar um processo autossustentado e irreversível, levando a um aumento do nível do mar de vários metros ao longo dos séculos, independentemente de ações futuras. Esta é a materialização da advertência jonasiana sobre ações cujas consequências escapam ao nosso controle. Da mesma forma, a noção de um “orçamento de carbono” restante quantifica a urgência do imperativo jonasiano. O IPCC estima que, para uma chance de 50% de limitar o aquecimento a 1.5°C, a humanidade só poderia emitir cerca de 500 GtCO2 a partir do início de 2020. Cada tonelada de carbono emitida hoje consome uma parte irrecuperável do futuro. Os relatórios do PNUMA, por sua vez, como o Global Environment Outlook, reforçam que as emissões passadas e presentes já nos “comprometeram” com um período prolongado de mudanças climáticas, tornando a adaptação tão crucial quanto a mitigação. A linguagem da ciência — “comprometimento”, “irreversibilidade”, “efeitos de longo prazo” — é a linguagem da ética da responsabilidade de Jonas, traduzida em dados e projeções. Os relatórios científicos não são, portanto, meras fontes de informação; eles são a evidência forense que confirma o diagnóstico filosófico de Jonas e confere uma urgência existencial à sua chamada à ação.
Jonas não ofereceu um manual de políticas públicas, mas sim uma bússola moral para uma civilização em crise. A transição de sua filosofia para uma governança acionável é o grande desafio do nosso tempo. Isso exige a criação de novas instituições e a reforma das existentes. Exige a incorporação do princípio da precaução e da heurística do medo nos processos de avaliação de impacto de novas tecnologias, com moratórias sobre inovações de alto risco existencial, como a geoengenharia solar ou a edição da linhagem germinativa humana, até que seus riscos sejam compreendidos. Exige a criação de figuras institucionais, como “provedores para as gerações futuras” ou assembleias cidadãs com poder de veto sobre projetos que comprometam a integridade ecológica de longo prazo. Exige, como sugere Latour, uma nova constituição política que reconheça a agência dos não-humanos e os traga para a mesa de negociações. E exige, como nos lembra Raworth, que tudo isso seja feito dentro de um quadro de justiça social global.
Mais de quatro décadas após sua publicação, O Princípio Responsabilidade permanece uma obra de uma atualidade desconcertante. Jonas legou a arquitetura de uma ética à altura de nosso poder. Ele ensinou que a sustentabilidade não é uma opção entre outras, nem uma mera questão de gestão de recursos, mas um imperativo ontológico que emana da própria fragilidade e preciosidade da vida. Em um mundo que flerta com a autodestruição, ignorar a austera sabedoria de Hans Jonas não é apenas uma falha filosófica; é um abandono de nosso dever mais fundamental como espécie. A tarefa que ele nos deixou é monumental, mas sua premissa é simples: o “sim” que a vida pronuncia a cada instante exige de nós, seus guardiões conscientes, uma resposta à altura: um retumbante “sim” à responsabilidade.

Referências
BECK, U. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. 2. ed. São Paulo: Editora 34, 2011.
GHOSH, A. O grande desatino: mudanças climáticas e o impensável. São Paulo: Quina Editora, 2023. (Coleção Mudanças climáticas).
HARARI, Y. N. Homo Deus: uma breve história do amanhã. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
IPCC. Climate change 2021: the physical science basis. Contribution of Working Group I to the Sixth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change. Cambridge: Cambridge University Press, 2021.
IPCC. Climate change 2023: synthesis report. Contribution of Working Groups I, II and III to the Sixth Assessment Report of the Intergovernmental Panel on Climate Change. Geneva: IPCC, 2023.
JONAS, H. O princípio responsabilidade: ensaio de uma ética para a civilização tecnológica. Rio de Janeiro: Contraponto; PUC-Rio, 2006.
LATOUR, B. Diante de Gaia: oito conferências sobre a natureza no Antropoceno. Ubu Editora, 2020.
LATOUR, B. We have never been modern. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1993.
LOVELOCK, J. Gaia: um novo olhar sobre a vida na Terra. São Paulo: Intrínseca, 2020.
RAWORTH, K. Doughnut economics: seven ways to think like a 21st-century economist. White River Junction: Chelsea Green Publishing, 2017.
SHIVA, V. Monoculturas da mente: perspectivas sobre biodiversidade e biotecnologia. Petrópolis: Vozes, 1995.
UNEP. Global environment outlook – GEO-6: healthy planet, healthy people. Cambridge: Cambridge University Press, 2019.



* O conteúdo do artigo reflete a opinião pessoal da/o colunista

João Francisco Lobato
João Francisco de Oliveira Lobato é engenheiro civil (UFPA) e administrador de empresas (Mackenzie), MBA-E (FEA-USP), mestre em Sustentabilidade (FGV), doutorando em Sustentabilidade (Unifesp). Tem experiência profissional como executivo, conselheiro e consultor junto ao setor privado nas áreas de: Estratégia, ESG - Sustentabilidade, Planejamento Empresarial, Governança e Ética, Inovação, P&D e Gestão de Conhecimento. Junto à área pública e sociedade civil: Inovação Social, Redes e Democracia, Empreendedorismo Social, Ecologia e Inclusão Produtiva. Foi executivo e C-level por 16 anos no grupo Coimbra Lobato, gestor do programa Cidadão do Presente (Governo SP), superintendente da Fundação Stickel e diretor no Instituto Jatobas. É membro de: Uma Concertação pela Amazonia, Observatório do Clima e Pacto pela Democracia, diretor de Sustentabilidade do Instituto Physis e VP do Instituto JUS. Atualmente, sócio-diretor da JFOL Capacitação e Treinamento, consultor sênior da FIA - Fundação Instituto de Administração e diretor de Sustentabilidade da QCP Consultoria e Projetos.

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