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Durante a Operação Libertas, de combate ao trabalho em condições análogas às de escravo, uma equipe integrada por agentes da Polícia Federal e a procuradora Cláudia Cararreto, do Ministério Público do Trabalho PA-AP fiscalizou 5 fazendas nos municípios de Altamira, Medicilândia, Brasil Novo e Uruará, região Sudoeste do Pará. A ação integra a Operação Libertas de combate ao trabalho em condições análogas às de escravo. 

Os trabalhadores foram encontrados em condições degradantes, alguns com problemas renais em razão do consumo de água contaminada, ausência de banheiro e de condições mínimas de higiene, agrotóxicos armazenados dentro da residência, falta de informação a respeito do manuseio de produtos químicos nocivos à saúde, além do caso de um trabalhador que ficou isolado e passou fome.

Na operação, não houve resgatados uma vez que é necessária a presença da Auditoria Fiscal do Trabalho para a formalização do resgate, porém dois proprietários de fazendas firmaram Termos de Ajuste de Conduta com o MPT, acordo de natureza extrajudicial passível de cobrança na Justiça do Trabalho, nos quais se comprometem a sanar as irregularidades encontradas sob pena de multa.

Imagens: Ministério Público do Trabalho

Parcela extra a agentes de endemias será resolvida na Justiça

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