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O jornalista e escritor Linomar Bahia, decano da Academia Paraense de Jornalismo e do jornalismo parauara, do alto dos seus joviais 91 anos e 76 de profissão, lançou seu quinto livro, “Pós-Escrito – Coletânea de artigos publicados em O Liberal”, no salão social do Grupo Líder, no bairro do Jurunas, em Belém do Pará, prestigiado por amigos, admiradores, a esposa Dilma e a filha Patrícia, além de outros familiares.

O pioneirismo corre nas veias de Bahia. Ele implantou quase todas as emissoras de TV e rádio no Pará, além de ter atuação destacada nas redações de jornais, revistas e assessorias de Comunicação, tanto na iniciativa privada quanto no poder público. Sua trajetória se confunde com a própria história do jornalismo no Pará, ao longo de quase oito décadas. Só fica atrás do lendário editor da Folha do Norte, Paulo Maranhão, o jornalista mais longevo em atividade da história do Brasil até hoje, que trabalhou na redação até aos 94 anos, literalmente enquanto viveu.

Nesta nova obra, Linomar Bahia reúne mais de 500 artigos já publicados e que remetem a notícias importantes da região e do país.

Confrades da Academia Paraense de Letras e da Academia Paraense de Jornalismo estiveram presentes e deram testemunhos, como Ivanildo Alves, Clóvis Malcher Filho, Sarah Rodrigues, Bernardino Santos, Ivo Amaral, Antônio Praxedes, Célio Simões, Zenaldo Coutinho, Marcos Valério Reis, Benilton Cruz, Rosângela Aguiar, Rodolfo Oliveira, Graça Lobato Garcia, Octávio Pessoa, Douglas Dinelly. O conselheiro do TCE-PA, aposentado, Nelson Chaves, e o jornalista e publicitário Orly Bezerra e o empresário Oscar Rodrigues, amigos de longa data, também estavam lá, além de outras personalidades.

Presidente da Academia Paraense de Letras, o advogado, literato e professor Ivanildo Alves considerou o livro “um verdadeiro presente para Belém para todo o Estado do Pará, especialmente para aqueles que amam a literatura e o jornalismo. Pelo nível intelectual do escritor Linomar Bahia, é um orgulho para nós, da Academia Paraense de Letras, tê-lo em nosso quadro, e estamos aqui para adquirir e saborear a obra prefaciada pelo nosso irmão Ronaldo Maiorana”, declarou.

Em plena forma, Linomar Bahia passou horas autografando seu livro, sempre com o bom humor que é sua característica. Bernardino Santos recordou que conhece o autor desde o final dos anos 50. “Eu estava começando como ‘foca’ no jornal, e o Bahia já era profissional. Então, a minha admiração e a minha amizade com ele vêm desde essa época. É o decano hoje da imprensa paraense. Talentoso, inclusive já exerceu cargos públicos também. É um profissional de muito valor, com um conteúdo muito grande. Diria até que o Bahia é a memória viva do jornalismo paraense”.

“Ao ler as primeiras páginas do Pós-Escrito, lançado ontem pelo Linomar Bahia em meio a uma bonita festa, destaco a atitude nobre do autor, decano do jornalismo paraense e da nossa APJ, ao mencionar palavras de gratidão a pessoas que fazem parte de sua vida profissional e do cenário contemporâneo em que todos nós atuamos e bem as conhecemos. Orlando Mergulhão, Sá Leal, Mário Couto, Moacyr Calandrini, Eládio Malato, Celestino Alves, Wilson Corrêa, Walmir Botelho, Irawaldyr Rocha, desfilam como importantes personagens integrados na essência desse magnífico livro que eterniza uma fase da atualidade, resgatando centenas de artigos das páginas que estavam esquecidas”, declarou Antonio Praxedes.

Orly Bezerra rememorou que conheceu Linomar em 1973, quando engatinhava na vida profissional e o Bahia já dirigia veículos de Comunicação. “O Bahia entende de rádio, TV e jornal, é um jornalista completo. E mesmo com o tempo passando e a modernidade da comunicação, ele acompanha tudo e está aí prestando serviço, contribuindo muito”, acentuou.

Pós-Escrito sob o signo da imparcialidade: o novo livro de Linomar Bahia

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