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Os desdobramentos do escândalo do pastor Sales Batista de Souza, ex-dirigente da igreja Assembleia de Deus Missão em Marabá e da Comieadepa, lançam holofotes sobre tramas nada edificantes  envolvendo dinheiro e poder e expõem o abuso e exploração da fé alheia para amealhar fortunas. Um rombo de meio milhão nas finanças da igreja aumenta a indignação dos fiéis.

Não é novidade que líderes evangélicos enriqueçam e vivam nababescamente, passeando  mundo afora às custas do dízimo pago por pessoas muito pobres. Mas cada vez que mais um caso do tipo vem à tona remete à necessidade de que o Ministério Público Federal e estadual atuem para proteger esses milhões de vulneráveis que servem de escada e também de moeda de troca junto a políticos em anos eleitorais. 

Hoje Sales Batista resolveu se pronunciar divulgando “nota de esclarecimento” na qual tenta justificar sua conduta por “ser humano” e ainda pede orações para si.

Paralelamente, estão sendo veiculadas versões culpando a nora – que teria seduzido o incauto pastor – e até outra dando conta de que Kennedy Salles teria arquitetado um plano usando a própria esposa, Luciana Salles. O objetivo seria fragilizar a mãe, Raquel Viegas, que administra os bens da família – contas bancárias, empresas e estruturas da igreja manipuladas pela família; e apear o pai do poder, de modo a sucedê-lo  no controle patrimonial e institucional da família e da igreja.

Ademais, a paternidade da filha de Luciana está sendo alvo de questionamentos e a esposa traída, Raquel Viegas, avalia a realização de exame de DNA a fim de esclarecer se a criança é filha de seu filho Kennedy ou de seu marido Sales Batista. O bafafá está longe do fim.

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