Publicado em: 11 de dezembro de 2011
Hoje é dia cívico para todos que vivem no
Pará, nascidos ou não nesta terra. Vamos às urnas dizer NÃO à divisão e SIM à
luta pela nossa gente, do interior e da capital, que precisa ser resgatada do
abandono. Exerçamos com consciência o voto, nossa maior arma cidadã.
Pará, nascidos ou não nesta terra. Vamos às urnas dizer NÃO à divisão e SIM à
luta pela nossa gente, do interior e da capital, que precisa ser resgatada do
abandono. Exerçamos com consciência o voto, nossa maior arma cidadã.
O Pará é secularmente abandonado pelo
governo federal. Tiram as nossas riquezas minerais, deixam zero de impostos e
benefícios e criam em troca bolsões de miséria.
Constroem usinas hidrelétricas em nossos rios e a população paraense,
desabastecida, até hoje sofre o eterno apagão.
governo federal. Tiram as nossas riquezas minerais, deixam zero de impostos e
benefícios e criam em troca bolsões de miséria.
Constroem usinas hidrelétricas em nossos rios e a população paraense,
desabastecida, até hoje sofre o eterno apagão.
Há razões de sobra para o descontentamento
de todos, não só as regiões do Tapajós e do Carajás, também do arquipélago do Marajó
e até da região metropolitana de Belém.
de todos, não só as regiões do Tapajós e do Carajás, também do arquipélago do Marajó
e até da região metropolitana de Belém.
Esta é uma hora da maior importância,
iremos decidir nosso próprio destino. Sobretudo, este plebiscito proporcionou a
chance de mobilizar todo o Pará, de fazer brotar em cada um a consciência de
que tem sua parcela de responsabilidade ao escolher os políticos que representam
o povo.
iremos decidir nosso próprio destino. Sobretudo, este plebiscito proporcionou a
chance de mobilizar todo o Pará, de fazer brotar em cada um a consciência de
que tem sua parcela de responsabilidade ao escolher os políticos que representam
o povo.
É o momento de dizer NÃO ao atraso, à velhacaria,
ao oportunismo, à ignorância que mantém o povo analfabeto para não saber
reivindicar seus legítimos direitos constitucionais.
ao oportunismo, à ignorância que mantém o povo analfabeto para não saber
reivindicar seus legítimos direitos constitucionais.
Eu sou do interior, santarena apaixonada
pela minha terra, meus pais nasceram em Óbidos e Oriximiná, faço questão de
cultivar minhas raízes, conheço e amo todos os municípios da região do Tapajós,
assim como os do Carajás, Marajó, Nordeste e Região Metropolitana de Belém.
pela minha terra, meus pais nasceram em Óbidos e Oriximiná, faço questão de
cultivar minhas raízes, conheço e amo todos os municípios da região do Tapajós,
assim como os do Carajás, Marajó, Nordeste e Região Metropolitana de Belém.
Em toda parte do Pará, há gente sofrida e
desassistida – inclusive na capital, onde mora o governador. Não é culpa da distância
geográfica essa situação, é resultado da péssima gestão, da corrupção, da falta
de empenho dos políticos que se elegem com bandeiras e depois só se ocupam em negociar cargos e nacos de poder.
desassistida – inclusive na capital, onde mora o governador. Não é culpa da distância
geográfica essa situação, é resultado da péssima gestão, da corrupção, da falta
de empenho dos políticos que se elegem com bandeiras e depois só se ocupam em negociar cargos e nacos de poder.
O melhor resultado do exercício de cidadania
que faremos hoje é que nada mais será como antes. Haveremos de, juntos, fazer
valer tudo o que a lei obriga. Ombro a ombro, irmanarmo-nos na luta pela
presença do Estado, em todos os setores, em todo o território paraense. Chega
de assistir calados às nossas crianças violentadas impunemente, física e
moralmente, nossa juventude sem educação e perspectivas de vida, nossos adultos
e idosos mantidos no cabresto do analfabetismo, nossa gente pobre morrendo nas
calçadas dos hospitais, a educação no eterno cuspe-e-giz e falseada nas
estatísticas que mostram o número de matriculados e não os que realmente frequentam
as escolas, seja pela evasão ou porque elas simplesmente não funcionam, nossos
irmãos que nascem, vivem e morrem e sequer tiveram o registro de nascimento,
jamais se tornaram cidadãos na verdadeira acepção do termo.
que faremos hoje é que nada mais será como antes. Haveremos de, juntos, fazer
valer tudo o que a lei obriga. Ombro a ombro, irmanarmo-nos na luta pela
presença do Estado, em todos os setores, em todo o território paraense. Chega
de assistir calados às nossas crianças violentadas impunemente, física e
moralmente, nossa juventude sem educação e perspectivas de vida, nossos adultos
e idosos mantidos no cabresto do analfabetismo, nossa gente pobre morrendo nas
calçadas dos hospitais, a educação no eterno cuspe-e-giz e falseada nas
estatísticas que mostram o número de matriculados e não os que realmente frequentam
as escolas, seja pela evasão ou porque elas simplesmente não funcionam, nossos
irmãos que nascem, vivem e morrem e sequer tiveram o registro de nascimento,
jamais se tornaram cidadãos na verdadeira acepção do termo.
Precisamos sair do discurso para a
prática. Em todo o mundo, assistimos à mobilização geral em busca de dias melhores.
Façamos o mesmo, aqui e agora.
prática. Em todo o mundo, assistimos à mobilização geral em busca de dias melhores.
Façamos o mesmo, aqui e agora.









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