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Assassinatos com requintes de
crueldade, canibalismo, atrocidades inimagináveis
detalhadamente descritas e ilustradas em
34 capítulos distribuídos em 54 páginas tamanho
ofício
.
 Pensam que se
trata de roteiro de filme? Livro de suspense? Não. A bestialidade é real. Os
criminosos sequestravam, torturavam, matavam, esquartejavam, desfiavam a carne
humana, congelavam, comiam e faziam até empadas para vender na rua com partes
das vítimas, em Garanhuns, Pernambuco. Leiam aqui,
se tiverem estômago.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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