Publicado em: 31 de agosto de 2012
Uma cidadã de Barcarena, de 38 anos, vítima
de violência doméstica, tenta em vão, há mais de uma semana, registrar um
Boletim de Ocorrência na delegacia de polícia local. Quando o sistema não está
fora do ar, o delegado Maurício se recusa a ouvi-la e alega que está ocupado. “Uma
vez o delegado estava lendo um livro e não me deu a menor atenção”, denunciou.
A informação é de Carlos Baía, da Rádio Metropolitana FM.
de violência doméstica, tenta em vão, há mais de uma semana, registrar um
Boletim de Ocorrência na delegacia de polícia local. Quando o sistema não está
fora do ar, o delegado Maurício se recusa a ouvi-la e alega que está ocupado. “Uma
vez o delegado estava lendo um livro e não me deu a menor atenção”, denunciou.
A informação é de Carlos Baía, da Rádio Metropolitana FM.
Não são poucas as situações idênticas que
acontecem todos os dias em Belém e no interior do Pará. Mulheres agredidas
procuram ajuda nas delegacias e sofrem chacotas. A Lei Maria da Penha precisa
antes vencer o descaso dos policiais, que se recusam a fazer BO e mandam as
vítimas andarem de Seca a Meca em
busca de alguma proteção, sem qualquer resultado. Não à toa, são altíssimos os
índices de violência familiar e homicídios por motivos passionais. A
Corregedoria da PC tem que tomar providências urgentes e o governo do Estado
passar do discurso à ação efetiva.
acontecem todos os dias em Belém e no interior do Pará. Mulheres agredidas
procuram ajuda nas delegacias e sofrem chacotas. A Lei Maria da Penha precisa
antes vencer o descaso dos policiais, que se recusam a fazer BO e mandam as
vítimas andarem de Seca a Meca em
busca de alguma proteção, sem qualquer resultado. Não à toa, são altíssimos os
índices de violência familiar e homicídios por motivos passionais. A
Corregedoria da PC tem que tomar providências urgentes e o governo do Estado
passar do discurso à ação efetiva.









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