Publicado em: 25 de outubro de 2012



“Quando
perdemos a capacidade de nos indignarmos ante atrocidades sofridas por outros,
perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados.”
perdemos a capacidade de nos indignarmos ante atrocidades sofridas por outros,
perdemos também o direito de nos considerarmos seres humanos civilizados.”
Wladimir Herzog
“Hoje, com este prêmio que muito me emociona,
vocês estão dizendo que aquele jornalzinho, lá em Belém do Pará, pequeno, que
não tem foto, que não tem cor, não tem mulher nua, não tem colunista social,
merece viver. Nós merecemos viver. Muito obrigado!”
vocês estão dizendo que aquele jornalzinho, lá em Belém do Pará, pequeno, que
não tem foto, que não tem cor, não tem mulher nua, não tem colunista social,
merece viver. Nós merecemos viver. Muito obrigado!”
Lúcio Flávio Pinto
“Não somos juízes, mas sabemos desencavar destroços e com eles contar
histórias. É a nossa especialidade”.
histórias. É a nossa especialidade”.
Alberto Dines
O respeitadíssimo jornalista
parauara Lúcio Flávio Pinto, editor do Jornal
Pessoal, foi merecidamente
agraciado, anteontem, com o Prêmio
Especial Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, ao lado do jornalista,
professor e escritor Alberto Dines, este aos 80 anos de idade e 60 de profissão.
Outro jornalista do Pará, Ismael Machado, também recebeu Menção Honrosa, pela
sua reportagem Dossiê Curió, publicada no Diário do Pará.
parauara Lúcio Flávio Pinto, editor do Jornal
Pessoal, foi merecidamente
agraciado, anteontem, com o Prêmio
Especial Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos, ao lado do jornalista,
professor e escritor Alberto Dines, este aos 80 anos de idade e 60 de profissão.
Outro jornalista do Pará, Ismael Machado, também recebeu Menção Honrosa, pela
sua reportagem Dossiê Curió, publicada no Diário do Pará.
O festejado jornalista alagoano
Audálio Dantas saudou os homenageados da noite, no Tuca, lendário teatro da
PUC-SP. E disse sobre a importância de Lúcio Flávio e o Jornal Pessoal: “É
uma instituição amazônica [para] quem quiser saber sobre a Amazônia,
principalmente o que a Amazônia tem de riqueza e de pobreza, essa pobreza que
se choca com essa riqueza, essa riqueza que é explorada de todas as maneiras, e
muitas vezes de maneira ilegal”.
Audálio Dantas saudou os homenageados da noite, no Tuca, lendário teatro da
PUC-SP. E disse sobre a importância de Lúcio Flávio e o Jornal Pessoal: “É
uma instituição amazônica [para] quem quiser saber sobre a Amazônia,
principalmente o que a Amazônia tem de riqueza e de pobreza, essa pobreza que
se choca com essa riqueza, essa riqueza que é explorada de todas as maneiras, e
muitas vezes de maneira ilegal”.
Eu sou admiradora declarada
do Lúcio, além de conterrânea de Santarém. Ele conseguiu a façanha de
influenciar mais de uma geração de jornalistas e, malgrado o caminho árduo que
escolheu, viver com dignidade e altivez, o que, desgraçadamente, poucos
conseguem. Ave, Lúcio, estamos todos contigo!
do Lúcio, além de conterrânea de Santarém. Ele conseguiu a façanha de
influenciar mais de uma geração de jornalistas e, malgrado o caminho árduo que
escolheu, viver com dignidade e altivez, o que, desgraçadamente, poucos
conseguem. Ave, Lúcio, estamos todos contigo!
Vejam quem são os premiados.
As fotos são da jornalista e historiadora Rose Silveira.
As fotos são da jornalista e historiadora Rose Silveira.









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