Publicado em: 29 de outubro de 2015
A estratégia de defesa do agente da polícia federal Pedro Alexandre de Souza Gonçalves, que assassinou o suposto amante de sua esposa, utilizando viatura da PF para cometimento do crime e ocultação do cadáver, não deu certo. O tiro saiu pela culatra. É que, para escapar do Tribunal do Júri, hoje de manhã, ele se internou em um hospital particular, alegando transtorno mental, e pediu adiamento do julgamento. Só que o experiente promotor de justiça Edson Cardoso de Souza requereu – e o juiz Moisés Flexa deferiu – a internação do réu na ala psiquiátrica do presídio de Americano, onde ficará sob custódia do Sistema Penal, que o avaliará e emitirá laudo acerca de seu real estado de saúde. A mulher do policial, inicialmente arrolada como co-autora, foi excluída do processo a pedido do próprio MP: o promotor Edson Cardoso de Souza verificou que, durante a apuração do caso, não ficou evidente a participação dela.









Comentários