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35 anos do Teatro Waldemar Henrique

Foto: Agência Pará
O Teatro Experimental Waldemar Henrique foi criado em 17 de setembro de 1979, em Belém, para funcionar no prédio de arquitetura eclética, inspirada na art nouveau, vizinho ao Theatro da Paz, na Praça da República, construído para abrigar o cinema Radium – que jamais chegou a funcionar -, e que depois era o Museo Comercial, e em 1946 virou a sede da Caixa Econômica Federal, alugado pela Associação Comercial, embora fosse propriedade da Municipalidade. Coisas estranhas que acontecem em Belém, a nossa Macondo tropical.

O teatro pertence ao Governo do Estado, que o mantém e administra, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, e homenageia o saudoso maestro Waldemar Henrique, que tão bem soube traduzir em letras e música o modo de fazer, viver e sonhar parauara. O prédio é tombado como patrimônio histórico, artístico e cultural e foi restaurado para abrigar principalmente espetáculos de teatro e dança. “Ele é um espaço chamado ‘experimental’ porque não possui palco fixo, como no modelo italiano. Nele é possível combinar diversos tipos de palco, também possui estrutura de sonorização e iluminação móveis, se adequando à montagem de vários tipos de espetáculo”, explica Salomão Habib, gerente do teatro, que realça sua importância: Nestes 35 anos de existência, o Teatro Waldemar Henrique teve grande importância para as manifestações artísticas e culturais amazônicas – tanto as relacionadas ao teatro, quanto à dança e à música. Ele é motivo de grande orgulho para o público e artistas paraenses, um verdadeiro patrimônio histórico, de grande valor, por isto essa é uma data que não pode passar em branco”.  

A primeira montagem encenada em seu palco foi dirigida por Geraldo Sales, com o Grupo Experiência, e o texto era “Os Perigos da Bondade”, de Chico de Assis, tendo como protagonista Cláudio Barros, no papel de Cearim.  A abertura da programação de aniversário, hoje, foi com a apresentação de solos e duos de ballet clássico, contemporâneo e de salão, a partir das 16h, na fachada do teatro. A partir das 17h, teve concerto de Salomão Habib.
Amanhã, o espetáculo “Subúrbios”, da Cia. Cabanos de Dança, começa às 20h, unindo teatro e dança para reproduzir situações cotidianas. Ritmos como funk, brega e carimbó estão presentes na montagem. A proposta é abordar o dia a dia de uma sociedade no subúrbio, com muito humor, evidenciando suas alegrias, dramas, intrigas, e  cultura. A direção cênica é de José Leal e a direção geral de Rolon Ho.
Na sexta-feira, a Cia. Cênica de Cínicos faz a performance “Madzi”, a partir das 20h. Logo em seguida, às 20:20h, o público confere a apresentação teatral “A Loucura de Uma Atriz”, com Luiza de Abreu, monólogo de Nazareno Tourinho que relata a história de uma atriz que sofre com alucinações de seres imaginários.
No sábado, 20, a Sá Produções faz o público rir com “De Morto e Louco Todo Mundo Tem um Pouco”, às 20h, mostrando as dificuldades de uma família de classe baixa, da periferia de Belém, atrás de melhores condições de vida e trabalho, sem perder a fé em dias melhores.
A Cia. Atores em Cena encerra a festividade, no domingo, 21, às 11h, com o espetáculo infanto-juvenil “Um Louco Conto de Fadas”.

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