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A adutora da Estação Bolonha, a maior e mais importante do sistema de distribuição de água da Cosanpa, por onde passam 13,5 milhões de litros d’água por hora, está com um grande vazamento, desde dezembro, e terá que ser desligada para o conserto. Por isso, ficarão sem água, total ou parcialmente, 21 bairros: Guamá, Condor, Cremação, São Brás, Canudos, Fátima, parte do Marco, Terra Firme, Jurunas, parte de Batista Campos, Pedreira, Telégrafo, Barreiro, Sacramenta, Marambaia, Castanheira, parte de Jaderlândia, Atalaia, Guanabara, parte do Coqueiro e parte da Cidade Nova. Pelo menos 850 mil pessoas serão impactadas.

Essa adutora leva a água captada nos mananciais e tratada na Estação Bolonha até a Estação São Brás, onde se conecta com os dutos que distribuem para seis setores, responsáveis pelo abastecimento de 168 mil pontos de consumo.

A partir das 21h de sexta-feira (20), a adutora será cortada em dois pontos, para retirada de um trecho de 3 metros, colocação da peça substituta e soldagem, além de reforço à estrutura remanescente.
O serviço tem de ser feito com a área isolada e seca, sem interrupção, e demora cerca de 20 horas. 

A água tem que ser liberada aos poucos, até preencher todo o tubo e ganhar a pressão necessária para a distribuição ser recomposta. Aí vão pelo menos mais seis horas. Por conta disso, alguns bairros acabam recebendo a água antes dos outros. A previsão é de que só na segunda-feira (23) pela manhã, todo o sistema esteja normalizado. 

A população deve se prevenir, armazenando água e reduzindo o consumo na sexta-feira.
Os hospitais serão abastecidos por carros-pipa operados pela Defesa Civil. Serviços como a hemodiálise, por exemplo, não serão paralisados. Lugares de grande concentração de pessoas também serão abastecidos dessa forma, bem como alguns conjuntos habitacionais.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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