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Nem tudo pode acabar bem nesta quarta-feira.
É possível que em São Paulo nem seja possível apontar a escola de samba campeã
deste carnaval.
A confusão começou quando jurados dos
quesitos samba-enredo e mestre-sala e porta-bandeira passaram mal durante os
desfiles e foram substituídos por suplentes, o que é previsto no regulamento,
mas o presidente da Vai-Vai, Darly Silva, reclamou e outros representantes de
escolas ficaram indignados, acusando que estavam beneficiando a Mocidade.
De repente, um carnavalesco invadiu a área
onde as notas eram lidas, chutou o locutor e rasgou os papeis com as notas. Virou
um vale tudo onde o terror imperou. Triste espetáculo para o país do carnaval.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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