Publicado em: 1 de março de 2012
A construção da ponte sobre o rio Curuá é um sonho
antigo da população da Calha Norte. José Rafael Valente, o Zé Valente, como era mais conhecido, fez a proposta de sua
construção ao então governador Aloysio Chaves, em 1975. Depois de décadas de
muitas promessas, o governador Simão Jatene autorizou a construção da obra, que
terá cerca de 360 metros, em concreto, no trecho entre a PA-439 (Onças) e
o rio Curuá, ligando Óbidos e Alenquer, além de integrar vários outros
municípios do Oeste do Pará, num investimento de R$ 11,2 milhões que
beneficiará mais de um milhão de moradores da região, principalmente no
escoamento da produção agrícola e extrativista.
antigo da população da Calha Norte. José Rafael Valente, o Zé Valente, como era mais conhecido, fez a proposta de sua
construção ao então governador Aloysio Chaves, em 1975. Depois de décadas de
muitas promessas, o governador Simão Jatene autorizou a construção da obra, que
terá cerca de 360 metros, em concreto, no trecho entre a PA-439 (Onças) e
o rio Curuá, ligando Óbidos e Alenquer, além de integrar vários outros
municípios do Oeste do Pará, num investimento de R$ 11,2 milhões que
beneficiará mais de um milhão de moradores da região, principalmente no
escoamento da produção agrícola e extrativista.
Merecidamente, projeto de lei de autoria do líder
do PSDB na Alepa, deputado José Megale, batiza a ponte como José Rafael Valente,
em homenagem ao alenquerense cuja trajetória foi marcada pela luta pela
redemocratização do país, desde 1945 até sua morte com quase 90 anos.
do PSDB na Alepa, deputado José Megale, batiza a ponte como José Rafael Valente,
em homenagem ao alenquerense cuja trajetória foi marcada pela luta pela
redemocratização do país, desde 1945 até sua morte com quase 90 anos.
A história de Zé Valente é bonita e exemplar: tinha
apenas o curso primário, mas, autodidata, contumaz devorador de livros –
conhecia profundamente o Código Eleitoral -, incursionou pela poesia e foi
músico, exímio clarinetista e solista de belas valsas ao violão. Integrou a
Banda de Música da cidade, trabalhou no jornal O Alequerense, no projeto seringueiro de Henry Ford, em Fordlândia;
foi fiscal de rendas na Prefeitura de Alenquer e se dedicou, ainda, à pecuária
e ao comércio. Por sete anos consecutivos, de 1951 a 1958, atuou como promotor
público da Comarca de Alenquer, e se notabilizou pelo dom da oratória e seus
conhecimentos jurídicos, nas sessões do Tribunal do Júri. Foi prefeito do
município em 1958 e em 1966, em gestões assinaladas pela ênfase à educação.
apenas o curso primário, mas, autodidata, contumaz devorador de livros –
conhecia profundamente o Código Eleitoral -, incursionou pela poesia e foi
músico, exímio clarinetista e solista de belas valsas ao violão. Integrou a
Banda de Música da cidade, trabalhou no jornal O Alequerense, no projeto seringueiro de Henry Ford, em Fordlândia;
foi fiscal de rendas na Prefeitura de Alenquer e se dedicou, ainda, à pecuária
e ao comércio. Por sete anos consecutivos, de 1951 a 1958, atuou como promotor
público da Comarca de Alenquer, e se notabilizou pelo dom da oratória e seus
conhecimentos jurídicos, nas sessões do Tribunal do Júri. Foi prefeito do
município em 1958 e em 1966, em gestões assinaladas pela ênfase à educação.









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