0

A violência no trânsito continua a fazer mortos. Há pouco, no retorno a Belém, um acidente medonho que resultou em corpos na pista. Mas, se Deus não fosse paraense, poderia ter sido uma hecatombe. Afinal, tinha ônibus, várias vezes, parados em plena pista tanto nas PA-124 (Salinas /Trevo de Santa Luzia),PA-324 (Santa Luzia/Santa Maria) quanto na BR-316 para pegar passageiros, sem sequer se dar ao trabalho de ligar o pisca alerta, menos ainda ir para o acostamento. Motoristas e caronas bebendo e lançando latas de cerveja em alta velocidade, ciclistas e pedestres atravessando a pista sem olhar para os lados. Apelar a quem?

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Lixo na Atlântica

Anterior

Carajás e Tapajós em debate

Próximo

Vocë pode gostar

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *