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Uma adolescente morreu depois de ser baleada dentro da boate Metrópole, em meio a uma briga que virou tiroteio. O lugar foi fechado e teve cassada a licença de funcionamento pela DPA (Diretoria de Polícia Administrativa), após vistoria do Corpo de Bombeiros e do Centro de Perícia Criminal Renato Chaves.

A Polícia Civil abriu inquérito para apurar a responsabilidade pela presença da menina em local adulto, bem como as circunstâncias de sua morte e a falta de regras mínimas de segurança interna para evitar que pessoas entrem armadas.
Esta não é a primeira vez que o estabelecimento – muito alugado por aparelhagens de som – é fechado.

As operações policiais “Cadê seu Filho” e “Zumbido“, estão apertando o cerco para impedir que adolescentes frequentem boates e bares e o som em decibéis acima do permitido, que inferniza o descanso da população.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, presidente da Academia Paraense de Jornalismo, membro da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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