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Dificuldades no deslocamento, precariedade no alojamento e alimentação, desempenho inadequado de alguns professores são alguns dos graves problemas que afligem o Sistema Modular de Ensino da Seduc. 

Os docentes que atendem as comunidades ribeirinhas do Pará carregam literalmente nas costas mala, caixa com mantimentos e primeiros socorros, água potável, repelente, mosquiteiro para rede, velas, penico, isopor com gelo e comida perecível, além do material de apoio didático. Também têm que levar mata-baratas, antidepressivos e livros de auto-ajuda, para suportar as privações. Há lugares em que os professores tomam banho no quarto, por falta de banheiro. Enfrentam ratos silvestres. E a merenda escolar não chega.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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