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A nomeação do ex-Advogado-Geral da União André Mendonça para o Supremo Tribunal está encalhada e periga naufragar. É que a indicação do presidente da República, Jair Bolsonaro, empacou na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, cujo presidente, Davi Alcolumbre, vem cozinhando em banho maria, sem a menor pressa, a apreciação do nome e, consequentemente, a data da sabatina. Silas Malafaia e outros líderes terrivelmente evangélicos já reuniram com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, fazendo queixas e tentando, sem sucesso, agendar um encontro com Alcolumbre, que se faz de morto, como diz o caboclo. O serpentário político fuxica que o habitante do Palácio do Planalto teria um plano B: indicá-lo para uma das duas vagas abertas no STJ, se afundar no rumo do STF. Na sexta-feira (24) André Mendonça deu um sinal. Postou no Twitter: “Uma frase: na vida, a Bíblia; no Supremo, a Constituição. Um compromisso: Estado laico.” E em seguida citou um versículo bíblico. Confiram na foto.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Reitora da UFRA em conflito com o antecessor

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