Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

As Diretorias de Combate à Corrupção e de Polícia do Interior da Polícia Civil do Pará prenderam hoje (28), no Distrito Federal, durante a Operação "Litania”, uma falsa empresária e sócios-proprietários que utilizavam empresa de fachada como instituição financeira para…

A Secretaria de Estado da Fazenda do Pará publicou extrato de dispensa de licitação para contratar a Prodepa, por R$800.427,88, a fim de desenvolver novo site da Transparência do Governo do Pará, com criação de nova arquitetura de informação, navegação…

Andar de motocicleta proporciona histórias, experiências e adrenalina. Motos oferecem facilidade de locomoção rápida e de conseguir estacionamento. Mas a liberdade é, sem dúvida, o motivo número 1 de todo motociclista. Sentir o vento, o clima, fazer parte da paisagem. Este é…

Tempo de violência

Uma das principais testemunhas de acusação contra o fazendeiro Regivaldo Pereira Galvão, o Taradão, acusado de mandante do assassinato da irmã Dorothy Stang, sofreu atentado a tiros na quinta, 26, por volta de 21:00h, no município de Anapu, duas horas depois de ter sido intimado pela Justiça como testemunha de acusação a respeito de fraudes, uso de laranjas e falsificação de documentos para ocultar a grilagem do lote 55 – palco de sangrentos conflitos agrários e onde Dorothy foi assassinada. Mesmo baleado nas pernas, na cabeça e na boca, Roniery Bezerra Lopes não morreu, e está em estado grave, internado em um hospital não informado, por medida de segurança.

Na época de seu julgamento, Taradão alegou que não tinha vínculo com o lote 55. Mas em 2008 passou a dizer que era dono do lote e, de lá para cá, foram muitas as suas versões sobre a aquisição da terra, o que levou a novo inquérito da Polícia Federal, em que ficou comprovada a falsificação dos documentos. Roniery, como empregado de Taradão, participava das negociações envolvendo a área.

A Irmã Jane Dwyer, missionária norte-americana da mesma congregação da irmã Dorothy, contou que “foram muitos disparos, afetando inclusive a espinha. Quanto ao tiro na boca, é uma prática comum daqui para passar uma mensagem clara a quem faz denúncias”. Roniery estava acompanhado da mulher – que foi baleada mas escapou com vida -, e filho – a criança correu para o mato e conseguiu fugir -.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *