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Responsáveis por 14,6% dos óbitos em 1990, as doenças infecciosas intestinais e pneumonias hoje são a causa de 5,3% das mortes de crianças. Houve queda de mais de 60% da mortalidade infantil nos últimos anos, resultado das ações de controle das diarréias e infecções respiratórias agudas, em todo o País.

A redução se deve, em grande parte, à urbanização, melhoria nas condições de saneamento e ao aumento dos anos de estudo das mães. E também à expansão e melhoria da qualidade da atenção primária, por meio da ampliação da Estratégia Saúde da Família e das ações de imunização e de vigilância sanitária e epidemiológica. Os dados são do Ministério da Saúde e deveriam servir para que prefeitos e governadores foquem nas causas e não fiquem atuando só nos paliativos.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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