A Associação do Ministério Público do Estado do Pará elegeu nesta sexta-feira, 24, a nova diretoria da Assembleia Geral, Diretoria Administrativa e Conselho Fiscal, para o biênio 2022-2024. Os promotores de justiça Alexandre Tourinho e Fábia Fournier, presidente e vice-presidente,…

O CineSal desta semana foi com a professora doutora Sidiana Macêdo, que abordou o tema "Na cozinha de Babette", sobre o filme "A festa de Babette", de 1987, baseado no livro homônimo, da escritora dinamarquesa Karen Blixen, com direção de…

A juíza titular da 1ª Vara do Trabalho de Parauapebas, Roberta de Oliveira Santos, homologou, hoje, 24, o pagamento dos direitos trabalhistas a uma mulher que atuava como cozinheira em um grande hotel da cidade, a mais rica do Pará.…

Vai ser em alto estilo, neste sábado (25), ao cair da tarde, a inauguração do restauro do Palacete Faciola: show da Amazônia Jazz Band e abertura das exposições "Belém Passado/Presente", em homenagem ao saudoso professor, arquiteto e urbanista Flávio Nassar;…

SOS Marajó

O isolamento do arquipélago do Marajó foi denunciado através de Moção da Frente Parlamentar Pró-Hidrovias do Pará, apelando a Lula e a Ana Júlia no sentido da adoção de providências urgentes para desembaraçar a implantação da hidrovia do Marajó em sua plenitude. Os deputados Luis Cunha, presidente da Frente, Alexandre Von, vice-presidente, e Gabriel Guerreiro, relator, defendem um novo modelo de desenvolvimento, tendo como alicerce o ordenamento territorial e fundiário e, como pilares, investimentos em infra-estrutura e em tecnologia, condições básicas para viabilizar atividades dinâmicas e inovadoras que gerem melhor qualidade de vida, com o uso sustentável dos recursos naturais e a preservação do meio-ambiente. Os deputados destacam que, sobretudo, deve-se pôr um fim às práticas de aviamento, trabalho infantil, exploração sexual de menores e tráfico de mulheres. No Marajó, que tem 418.160 habitantes, 35.670 famílias vivem abaixo da linha de pobreza. Há concentração da renda, elevada mortalidade infantil, desnutrição e óbitos por doenças parasitárias. Some-se a isso enorme carência de saneamento, serviços de saúde pública, escolaridade, opções culturais e péssimas condições de moradia. Luis Cunha pediu providências para o quadro gravíssimo de casos de malária e chamou a atenção para o fato de que a água consumida pela população é do próprio rio, que serve também como depósito de dejetos fecais.

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