Publicado em: 2 de março de 2012
Na próxima terça-feira, às 18 horas, no
auditório do Ministério Público Federal em Belém, haverá um ato de
solidariedade ao jornalista Lúcio Flávio Pinto, que vem sofrendo pressões,
ameaças e processos judiciais por exercitar seu compromisso de cidadão e
jornalista com a liberdade de expressão, o direito de informar e denunciar as
investidas contra o patrimônio da Amazônia, ações ilegais, corrupção, crimes
contra o interesse e o patrimônio público, além de irregularidades no exercício
da função pública. Na ocasião, serão
vendidos exemplares do Jornal Pessoal e livros de Lúcio Flávio e discutidos os
rumos da campanha de solidariedade ao jornalista.
auditório do Ministério Público Federal em Belém, haverá um ato de
solidariedade ao jornalista Lúcio Flávio Pinto, que vem sofrendo pressões,
ameaças e processos judiciais por exercitar seu compromisso de cidadão e
jornalista com a liberdade de expressão, o direito de informar e denunciar as
investidas contra o patrimônio da Amazônia, ações ilegais, corrupção, crimes
contra o interesse e o patrimônio público, além de irregularidades no exercício
da função pública. Na ocasião, serão
vendidos exemplares do Jornal Pessoal e livros de Lúcio Flávio e discutidos os
rumos da campanha de solidariedade ao jornalista.
Farão parte da mesa de debate a presidente do
Sindicato dos Jornalistas do Pará, Sheila Faro; o presidente da Sociedade Paraense
de Defesa dos Direitos Humanos, Marco Apolo; o procurador da República Felício
Pontes; o professor e vice-coordenador do Programa de Pós-Graduação do
Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA, Girólamo Treccani; a pesquisadora do Museu
Paraense Emílio Goeldi, Ima Vieira; e a jornalista e professora do curso de
Comunicação Social da UFPA, Rosaly Britto.
Sindicato dos Jornalistas do Pará, Sheila Faro; o presidente da Sociedade Paraense
de Defesa dos Direitos Humanos, Marco Apolo; o procurador da República Felício
Pontes; o professor e vice-coordenador do Programa de Pós-Graduação do
Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA, Girólamo Treccani; a pesquisadora do Museu
Paraense Emílio Goeldi, Ima Vieira; e a jornalista e professora do curso de
Comunicação Social da UFPA, Rosaly Britto.
Em 1999, o Jornal Pessoal denunciou Cecílio do Rego Almeida, dono da
construtora C.R. Almeida, por grilar 4,7 milhões de hectares de terras públicas
no Pará. Ao invés de o empresário ser punido – até porque o próprio Tribunal de
Justiça do Pará e o governo do Estado denunciaram que as fraudes fundiárias
somavam área superior três vezes ao território paraense – foi ele que processou
o jornalista por – vejam só! – “ofensa
moral”. E o TJE-PA não só aceitou a queixa-crime como também condenou Lúcio
à indenização de R$ 30 mil (valor atual). Ao recorrer, o Superior Tribunal de
Justiça negou seguimento a seu Agravo por erros
formais.
construtora C.R. Almeida, por grilar 4,7 milhões de hectares de terras públicas
no Pará. Ao invés de o empresário ser punido – até porque o próprio Tribunal de
Justiça do Pará e o governo do Estado denunciaram que as fraudes fundiárias
somavam área superior três vezes ao território paraense – foi ele que processou
o jornalista por – vejam só! – “ofensa
moral”. E o TJE-PA não só aceitou a queixa-crime como também condenou Lúcio
à indenização de R$ 30 mil (valor atual). Ao recorrer, o Superior Tribunal de
Justiça negou seguimento a seu Agravo por erros
formais.
A campanha “Liberdade para Lúcio Flávio Pinto conta com o
blog somostodoslucioflaviopinto.wordpress.com e um grupo do Facebook. Quem
quiser ajudar na arrecadação de fundos pode depositar na conta poupança nº 22.108-2,
do Banco do Brasil, Agência 3024-4, variação 1, em nome de Pedro Carlos de
Faria Pinto, irmão do jornalista, CPF 212.046.162-72.
blog somostodoslucioflaviopinto.wordpress.com e um grupo do Facebook. Quem
quiser ajudar na arrecadação de fundos pode depositar na conta poupança nº 22.108-2,
do Banco do Brasil, Agência 3024-4, variação 1, em nome de Pedro Carlos de
Faria Pinto, irmão do jornalista, CPF 212.046.162-72.









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